terça-feira, 16 de abril de 2013

A participação dos cidadãos na vida pública


Marilia Amaral*
Continuaremos hoje a explanação dos princípios fundamentais da ordem democrática, apresentados no livro Temas da Doutrina Social da Igreja, da CNBB. Já vimos, na semana passada, o primeiro, que é "a participação dos cidadãos na vida pública".
O próximo, também presente na nossa Constituição de 1988, é "o pluralismo social e ideológico".
No livro, o Pe. Adolfo pondera a necessidade da existência do pluralismo, nos dizeres dos bispos do Brasil, como um "novo sentido do viver em comum" e que se efetiva "na participação real, consciente e responsável nos movimentos, associações, sindicatos, partidos políticos etc.".
Vejam mais uma vez aparecendo aqui a palavra "participação".
Mas o padre Adolfo ainda lembra que essa enormidade de organizações só terão sentido, só serão "úteis se provocam a organização social e se sua liberdade está protegida", ou seja, de que adiantariam tantos partidos políticos, por exemplo, se todos eles estão sempre a favor do Governo, não fazem com que ele olhe pelos mais carentes, não questione seus gastos, não mostre seus defeitos? Precisamos de partidos divergentes porque temos uma sociedade divergente, heterogênea, com necessidades e anseios diferentes.
Da mesma maneira, a atuação dos movimentos, sindicatos, associações deve ser livre, e ela será, no Estado brasileiro, desde que cumpridas algumas exigências.
No artigo 1º, inciso V, da CF/88, temos então como fundamento da República Federativa do Brasil o pluralismo político, que engloba o pluralismo ideológico citado no caderno da CNBB e no artigo 5º, que assegura a todos os brasileiros o direito à liberdade, encontramos alguns incisos que tocam, especificamente, sobre a liberdade de associação. Vejamos:
O inciso XVI diz: "todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente".
Esse aviso, e não autorização, serve para que o Poder Público se encarregue do trânsito, policiamento e outras necessidades para o bom andamento da reunião.
Outro inciso, o XVII, rege: "é plena a liberdade de associação para fins lícitos, vedada a de caráter paramilitar". Logo, todas as pessoas podem se associar, desde que tenham uma finalidade legal.
A garantia à liberdade de atuação dessas associações está descrita no inciso XVIII: "a criação de associações e, na forma da lei, a de cooperativas independem de autorização, sendo vedada a interferência estatal em seu funcionamento", isto é, existe um regimento que ditará como a associação vai funcionar; sendo que o Estado não pode interferir no mesmo.
No inciso XIX, encontramos: "as associações só poderão ser compulsoriamente dissolvidas ou ter suas atividades suspensas por decisão judicial, exigindo-se, no primeiro caso, o trânsito em julgado", que acontece quando não cabem mais recursos.
A permanência de um indivíduo em uma associação também é garantida pela Constituição: diz o inciso XX: "ninguém poderá ser compelido a associar-se ou a permanecer associado".
E finalmente, no tocante às associações, a Constituição lhe deu poder para representar seus filiados judicial ou extrajudicialmente, como descrito no artigo XXI: "as entidades associativas, quando expressamente autorizadas, têm legitimidade para representar seus filiados judicial ou extrajudicialmente".
Ainda temos que verificar as garantias que a Constituição de 88 concedeu aos partidos políticos para depois amarrarmos todos esses tópicos com a Doutrina Social da Igreja. Então continuem nos acompanhando, aqui pela rádio ou revendo pelo site da pastoral: www.pastoralfp.com.              
*Membro da Pastoral Fé e Política da Arquidiocese de São Paulo.
Programa exibido da Rádio 9 de julho em 05/03/2013.

Começam debates para revisão do Plano Diretor Estratégico


Revisão participativa do plano permitirá que a população apresente propostas e contribuições para melhorar o PDE
 
A Prefeitura de São Paulo promove neste mês a primeira etapa da revisão participativa do Plano Diretor Estratégico (PDE). Na fase inicial, de avaliação temática, 10 encontros serão realizados entre os dias 27 e 31. Todas as reuniões são abertas à população e permitirão que os cidadãos apresentem suas propostas e contribuições.

Conduzida pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano, esta será a primeira parte do trabalho de revisão participativa dos instrumentos de planejamento e gestão urbana. Serão revistas a Lei de Parcelamento, Uso e Ocupação do Solo, Planos Regionais Estratégicos, Código de Obras e outras leis complementares.

Na segunda etapa da revisão participativa do PDE serão realizadas oficinas públicas para levantamento de propostas e contribuições em todas as 31 subprefeituras. Já a terceira fase (Devolutiva e Discussões Públicas da Minuta do Projeto de Lei) será voltada para a consolidação da minuta do projeto.
 
Aprovado em 2002, o Plano Diretor Estratégico foi um passo importante no planejamento da cidade de São Paulo. Fazem parte do PDE algumas regras para organizar o uso e ocupação do solo, como as regras de como construir nos terrenos, implantar prédios altos, fazer grandes construções e instalar as atividades.

O Plano Diretor Estratégico trouxe instrumentos para obrigar o aproveitamento de prédios e terrenos vazios, produzir habitação de interesse social. Por isso, o debate com a população é importante para que sejam definidos os objetivos e os conteúdos estratégicos para a cidade.
 
As atividades participativas estão divididas em 3 grandes etapas participativas:
 
1ª Etapa – Avaliação Temática Participativa do PDE
 
2ª Etapa – Oficinas Públicas para Levantamento de Propostas e Contribuições
–        Oficinas públicas descentralizadas nas 31 subprefeituras e discussões temáticas
–        Canal digital para recepção de propostas e contribuições
 
3ª Etapa – Devolutiva e Discussões Públicas da Minuta do Projeto de Lei
–        Audiências públicas para devolutiva das propostas e contribuições recebidas e discussão da minuta do Projeto de Lei
–        Canal digital para consulta pública da minuta do Projeto de Lei
–        Consolidação da minuta do Projeto de Lei
 
A 1ª etapa - Avaliação Temática Participativa do PDE – já tem datas, horários e locais definidos.
 
Consulte a tabela a seguir e participe!
 
DATA
HORÁRIO
LOCAL
TEMA
27.04.2013 Sábado
8 as 17h
UNINOVE –Campus Memorial.  Av Dr Adolpho Pinto, 109, Barra Funda.
Manhã: Os Objetivos da revisão do PDE e a Cidade que Queremos
Tarde: Uso e Ocupação do Solo
30.04.2013
3ª feira
18 as 22 h
Centro Cultural São Paulo. Av.  Vergueiro, 1000. Sala Adoniran Barbosa.
Instrumentos de Política Urbana
04.05.2013
Sábado
8 as 17 h
UNINOVE –Campus Memorial.  Av Dr Adolpho Pinto, 109, Barra Funda.
Manhã: Habitação
Tarde: Meio Ambiente
 
07.05.2013
3ª feira.
18 as 22 h
CCSP Rua Vergueiro,
Mobilidade Urbana
09.05.2013
5ª feira
(data indicativa)
18 as 22 h
A definir
Atividade com segmento dos empresários
11.05.2013
Sábado. 
13 as 18 h
UNINOVE –Campus Memorial.  Av Dr Adolpho Pinto, 109, Barra Funda.
Tarde: Investimentos Prioritários, Planos Regionais e Planos de Bairro.
14.05.2013
3ª feira
(data indicativa)
18 as 22 h
Centro Cultural São Paulo. Av.  Vergueiro, 1000. Sala Adoniran Barbosa.
Atividade com segmento de ONGs.
16.05.2013
5ª feira  (data indicativa)
18 as 22 h
A definir
Atividade com segmento de universidades, sindicatos, conselhos de categorias e associações profissionais.
 
18.05.2013 Sábado
(data indicativa
13 h às 18h.
A definir
Atividade com segmento de movimentos populares
 
31.05 e 01.06.2013
6ª feira e sábado
Das 8 as 18 h.
Anhembi – Auditório
Conferência Municipal da Cidade de São Paulo.
 
 
Weber Sutti
Chefe de Gabinete
 
SMDU - Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano - Prefeitura de São Paulo
Edifício Martinelli | Rua São Bento, 405 | 18º andar | Centro | CEP 01011-100 | São Paulo | SP
T 3113.7751 | 7752 | F 3113.7758 | www.capital.sp.gov.br | webersutti@prefeitura.sp.gov.br

Fonte: Fórum das Pastorais Sociais da Arquidiocese de São Paulo

22/04/2013, 19h30: Debate - Direitos Humanos e Segurança Pública

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Deputada Luíza Erundina fala sobre participação popular na gestão do poder público


No dia 8 de abril de 2013, no salão Dom Paulo Evaristo, do Centro Pastoral São José, ocorreu o encontro dos alunos e alunas do curso de teologia do Setor Belém com a deputada federal Luíza Erundina. A deputada fez uma breve retrospectiva sobre sua carreira política, sua amizade com Paulo Freire, que costumava falar de esperançar as pessoas. Segundo Erundina, a esperança é uma força vital no ser humano, pois o impulsiona a prosseguir, a não se abater pelo desânimo e buscar vias e modos de transformar. Ao contrário da esperança, que é revolucionária, o desencanto e o desânimo são reacionários, já que impõem ao ser humano a inatividade e a passividade.
Deputada Luíza Erundina fala sobre participação popular na gestão do poder público
Luíza Erundina discorreu sobre as questões da estruturação do poder público no Município de São Paulo. Segundo a Deputada, é necessário que se estruturem formas de participação popular que deem a quem governa o verdadeiro senso do seu papel, que é compreender e agir tendo como premissa que o poder emana do povo e em favor dele deve ser exercido. A incrementação de estruturas que permitam a representatividade da população nas instâncias que decidem o uso do dinheiro e dos bens públicos, de modo que o governo obedeça uma agenda de tarefas e serviços a serem geridos e executados sob o comando do próprio governo, mas sempre tendo em mente as decisões da população efetivadas nos conselhos de participação da gestão da vida pública.
Texto e imagens de Pe. Tarcisio Marques Mesquita

quinta-feira, 11 de abril de 2013

A luta da sociedade civil pela reforma política e mais uma tentativa frustrada de votação na Câmara dos Deputados


Pedro Aguerre *
Este comentário retoma a discussão da reforma política, considerada fundamental para o aprimoramento da democracia no Brasil e para a superação de importantes mazelas que contribuem para distorcer a soberania popular, deturpando a vontade do cidadão-eleitor e favorecendo alianças políticas oportunísticas que acabam estimulando a corrupção. Assim, esperava-se para esta semana que a Câmara dos Deputados finalmente votasse o relatório do Deputado Henrique Fontana, relator de uma Comissão Mista do Congresso que busca avançar nesse delicado assunto identificado como prioritário e fundamental desde há mais de quinze anos. No entanto, apesar do apoio manifesto não só pela Presidência da República como dos novos líderes do Congresso Nacional, mesmo assim, terminou mais uma vez colocado em segundo plano pelos parlamentares, diante de outros interesses. As propostas do Deputado Fontana não tiveram o consenso de todos os partidos, dificultando seu encaminhamento. Em reunião no Gabinete da Presidência da Câmara, boa parte dos líderes defendeu que a votação das propostas fosse, mais uma vez, adiada. 
A proposta em discussão se compõe de duas Propostas de Emenda à Constituição, que prevêm o fim das coligações partidárias nas eleições proporcionais (para o Legislativo), a realização de todas as eleições em uma única data, a alteração da data de posse de presidentes, prefeitos e governadores, e a diminuição das restrições para a participação popular na proposição de projetos de lei e emendas constitucionais. Além dessas propostas, também integrava a proposta um Projeto de Lei prevendo o financiamento exclusivamente público das campanhas eleitorais e a possibilidade de o eleitor votar ou no candidato ou no partido. Como ainda havia problemas envolvendo a votação das PECs, que, por falta de vontade política, não seriam resolvidas nesta semana, Fontana defendeu iniciar o processo pela votação do Projeto de Lei, que estava pronto para ir ao Plenário para votação, mas os líderes partidários se negaram: “infelizmente, a decisão da maioria dos líderes foi por não votar uma reforma política mais ampla, como o país precisa”.
Enquanto isso, a sociedade civil continua se mobilizando e ampliando a pressão para buscar mudanças nas regras atuais. Na última terça-feira, 9 de abril, dia nacional de combate à corrupção, o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral – MCCE e o Conselho Federal da OAB realizaram o Ato Público intitulado Eleições Limpas: Contra o Financiamento Privado e em Defesa do Financiamento Democrático de Campanha, quando foi apresentado o Manifesto sobre a Reforma Eleitoral no Brasil. Participaram ainda representantes da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), da Central Única dos trabalhadores, da União Nacional dos Estudantes (UNE) e diversas das 70 entidades que assinaram o manifesto.  
Na ocasião foi assinado e apresentado ao Congresso Nacional um manifesto defendendo a realização de uma reforma política no País, com foco na instituição do financiamento democrático das campanhas, excluindo as doações de pessoas jurídicas do processo eleitoral. O ponto central, segundo Marcus Vinícius Furtado, presidente da OAB, é justamente limitar a influência do poder econômico nas eleições: “nos últimos 10 anos, mais de R$ 1 bilhão de reais foram repassados por apenas 10 empresas – sendo cinco do setor de construção – a campanhas políticas”. Ele frisou ainda que “no Brasil, há concentração de empresas doadoras, ligadas a setores que dependem diretamente de gestões públicas. O financiamento empresarial de campanhas aumenta o distanciamento da representação popular da sociedade que o elegeu, ampliando o déficit de representatividade.” De fato, foi lembrado que em outros 36 países no mundo são proibidas as doações por pessoas jurídicas, tanto para o partido quanto para os candidatos. Essa é a principal entre outras mudanças propostas que constarão de um projeto de lei de iniciativa popular, tais como o controle mais rígido dos gastos de candidatos e partidos, bancos de dados com condenações e prestações de contas de candidatos e gestores de campanhas, e proibição de compra de apoio político. O manifesto está disponível no site da OAB (www.oab.org.br).
Esta visão é compartilhada por muitos, como o próprio Deputado Fontana, quando afirma que “a democracia brasileira é, cada vez mais, uma democracia do dinheiro e, cada vez menos, uma democracia de ideias e projetos. O dinheiro é cada vez mais decisivo no processo eleitoral. As prestações de contas ao TSE revelam que das 513 campanhas mais caras para deputado federal em 2010, 379 foram vitoriosas. Os 513 eleitos gastaram, em média, 12 vezes mais do que o restante dos candidatos. Em oito anos, os gastos em campanhas saltaram de R$ 800 milhões para R$ 4,8 bilhões.
Ao ressaltar que as eleições são financiadas por não mais do que 200 empresas, o Deputado lembra que os altíssimos custos das eleições acabam por pressionar a inflação nos custos das empresas financiadoras, além de gerarem compromissos dos parlamentares para com elas. Assim, o chamado financiamento democrático das campanhas permitiria, na realidade, baratear os custos das eleições, aproximando mais os candidatos dos eleitores e melhorando a representação parlamentar, sem a excessiva influência de interesses privados.
O presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL), e o deputado que presidia interinamente sessão da Câmara, Izalci Lucas (PSDB-DF), receberam o documento pelas mãos de uma comissão composta por representantes da OAB, MCCE entre outras,  e informaram que vão encaminhar o Manifesto em defesa do financiamento democrático de campanhas para debate nas duas Casas. O documento foi lido no Plenário, recebendo de imediato o apoio de três deputados  do PCdoB,  PSD ePT. 
Visite o blog da pastoral fé e política http://pastoralfp.blogspot.com/ especialmente a seção Cidadania Ativa!!
Professor da PUC-SP, colaborador da Pastoral Fé e Política e da Escola de Governo de São Paulo.
Programa exibido na Rádio 9 de Julho em 10/04/2013

PASTORAIS DA JUVENTUDE CONTRA A REDUÇÃO MAIORIDADE PENAL



Pastorais da Juventude lançam cartaz e subsídio para a Semana da Cidadania 2013
Atividade debaterá durante o mês de abril a redução da maioridade penal.

A Semana da Cidadania (SdC) ocorre todos os anos, desde 1996 durante os dias 14 a 21 de abril e enfatiza a dimensão sociopolítica como parte do processo de formação integral promovido pelas Pastorais da Juventude do Brasil (PJ, PJE, PJMP e PJR), juntamente com os Centros e Institutos de Juventude, sendo uma de suas três Atividades Permanentes e atividade oficial da Igreja no Brasil.
É uma ação do discipulado missionário de milhares de grupos de jovens e militantes organizados como Igreja nas comunidades, nas escolas, nos meios populares e nas comunidades rurais. É o exercício do anúncio evangélico de vida plena; anúncio engajado na realidade concreta dos sujeitos jovens, comprometido com a reparação das injustiças e com a construção da igualdade social, como sinais do Reino de Deus.
A Semana da Cidadania constitui parte de nosso compromisso apostólico de anunciar e construir vida plena. É um espaço para a convocação de novos grupos de jovens e para despertar para a vida comunitária e é nossa oportunidade, como jovens, de compor a história da construção dos nossos direitos.
Com a proposta de lutar pela vida da juventude e enfatizar a necessidade deste diálogo, é que neste ano de 2013 a Semana da Cidadania abordará a temática Juventude: vidas pela vida”inspirada pelo lema Pastorais da Juventude contra a redução da maioridade penal”.
A defesa da vida da juventude sempre foi pauta dos trabalhos e ações desenvolvidas pelas Pastorais da Juventude, por isso, neste ano em que a Campanha da Fraternidade trabalhou como tema: Fraternidade e Juventude queremos evidenciar ainda mais a defesa da vida, dizendo não à redução da maioridade penal, por entendermos que esta mudança na lei permitirá que mais vidas sejam comprometidas em sua formação integral.
A sociedade, por conta do aumento da participação de adolescentes e jovens em delitos e crimes noticiados diariamente acaba por acreditar que esta proposta responderá a este problema social. Porém, entendemos que somente com a efetivação das políticas públicas, melhorias no acesso à educação, à saúde, ao emprego, ao lazer, etc, permitirão a mudança tão sonhada nos índices de criminalidade que envolve a juventude. Seguindo ao Cristo Jovem, que não temeu os doutores da Lei, também nós, jovens das Pastorais da Juventude, não tememos em dizer quesomos contra a redução da maioridade penal.
Materiais
Para fazer download dos materiais da Semana da Cidadania, basta acesso os links abaixo:
·         Subsidio: http://migre.me/dZBGW
·         Cartaz: http://migre.me/dZBJy
·         Banner: http://migre.me/dZBKw
Vamos divulgar e fazer a Semana da Cidadania acontecer em todos os cantos de nosso país!
Atividades Permanentes 2013
Todos os anos as Pastorais da Juventude realizam três Atividades Permanentes, que são parte de sua ação no cuidado com a vida da juventude, ao modo de Jesus de Nazaré, e do processo de formação integral que desenvolvem com os/as sujeitos jovens. A Semana da Cidadania (SdC), a Semana do Estudante (SdE) e o Dia Nacional da Juventude (DNJ)são realizadas como um processo, por isso são organizadas a partir do planejamento das ações das Pastorais no ano e têm os/as jovens como protagonistas. Sendo que a partir de 2011, o DNJ é realizado em parceria com as diversas expressões de juventude da Igreja do Brasil.
 São realizadas em sintonia com a Campanha da Fraternidade, com o Documento 85 da CNBB – Evangelização da Juventude e com as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja do Brasil.
Para o triênio 2012-2014 as Atividades Permanentes terão como eixo norteador a expressão:A defesa da vida na construção da Civilização do Amor. Dialogando também com a Campanha Nacional contra a violência e o extermínio de jovens e com o Projeto de Revitalização da Pastoral Juvenil na América Latina.
Em 2013, ano que a Igreja celebra os 50 anos de abertura do Concílio Ecumênico Vaticano II e o Ano da Fé e ainda no Brasil teremos um ano voltado para a temática juvenil, com a realização da Campanha da Fraternidade sobre juventude e a JMJ no Brasil, sendo assim não nos faltam razões para caminhar juntos.
Dentro da ação pastoral com jovens no Brasil e na América Latina o caminho nos direciona para o lugar bíblico de Betânia, lugar de acolhimento e compromisso com o Reino e é com esta certeza que procuramos nas Atividades Permanentes deste ano várias formas de estar com Jesus, de caminhar com Ele na construção do Reino. Neste caso, encontrar e caminhar com Ele é também encontrar com a comunidade, com o grupo, com a família, com a cultura, com a religião, com as dores do povo, do planeta, com as lutas, as conquistas e os sonhos dos/as jovens.
    Autor/Fonte: Pastorais da Juventude do Brasil
Mais informações e materiais da Semana, tais como subsídio, cartaz e banner: www.pj.org.br

MANIFESTO PAULISTA CONTRA A PEC 37


http://esmpsp1.campanhasdemkt.net/messageimages/110412112551633188/136561658945494400/nac_pec37_capaface_0101.png







CONVITE
MANIFESTO PAULISTA CONTRA A PEC 37

Está em votação no Congresso Nacional uma Proposta de Emenda Constitucional, a PEC 37, também conhecida como "PEC da Impunidade", que tira o poder de investigação dos Ministérios Públicos Estaduais e Federal. Caso seja aprovada, praticamente deixarão de existir investigações contra o crime organizado, desvio de verbas, corrupção, abusos cometidos por agentes do Estado e violações de direitos humanos.

Temos a honra de convidá-lo(a) para o lançamento do Manifesto Paulista Contra a PEC 37, organizado pelo Ministério Público do Estado de São Paulo, Ministério Público Federal em São Paulo, Escola Superior do Ministério Público, Associação Paulista do Ministério Público e Movimento do Ministério Público Democrático. O evento será nesta sexta-feira (12), a partir das10h, na Escola Superior do Ministério Público e marca o fim da Semana de Mobilização Contra a PEC 37 que está acontecendo em todo o Brasil.

Procuradores e Promotores de Justiça, formadores de opinião e sociedade civil organizada estarão juntos para se manifestarem sobre a importância das investigações do MP e dizerem “Não à PEC 37!”.

O Manifesto Paulista contra a PEC 37 será assinado por membros do Ministério Público (Promotores e Procuradores de Justiça) e entidades da sociedade civil organizada. Na ocasião, será produzida uma foto com os participantes do evento segurando placas com respostas para a pergunta: "Por que sou contra a PEC 37". As fotos farão parte de uma campanha nas Redes Sociais que manterá o Manifesto vivo na internet.

Todo este material será encaminhado para cada deputado em Brasília, assim como o abaixo-assinado eletrônico www.change.org/pec37, que já reúne mais de 100 mil assinaturas.

A presença no evento deve ser confirmada nos contatos abaixo.

Manifesto Paulista Contra a PEC 37
Data: 12 de abril de 2013
Horário: 10h às 12h

Local: Escola Superior do Ministério Público – Rua Treze de Maio, 1259 – Térreo – Bela Vista - Auditório “Júlio Fabbrini Mirabete”.

Confirmação de presença: Ligar para um dos contatos a seguir

Marília Taufic - MP
3119 9039 | 99909 3191

Carina Rabelo – ESMP
3017 7776 | 98945 7063

Dora Estevam – APMP
3188 6456

Fatima Capucci – Activa Comunicação
3068 0042 | 99242 7909

Danielle Franco – Activa Comunicação
3068 0042 | 97687 4326

Joyce Mackay
3068 0042 | 97291 5353



quarta-feira, 10 de abril de 2013

Cancelamento da Reunião Mensal -abril - Pastoral Fé e Politica - Audiências Públicas


Prezados membros da Pastoral Fé e Política,

Decidimos cancelar a reunião mensal da Pastoral Fé e Política neste mês, em virtude de coincidir com a data das audiências públicas do Programa de Metas em diversas subprefeituras. Os demais sábados estão também com compromissos agendados/audiências, por isso nos encontraremos presencialmente em 11/05/2013 às 9h30 na Igreja de Santana. No link encontram-se as datas das audiências.
 

Abraço fraterno,
Márcia Mathias de Castro

Atividades do Dia da Cidadania no Tremembé