Blog da Pastoral de Fé e Política da Arquidiocese de São Paulo (São Paulo/SP)
quinta-feira, 21 de abril de 2016
terça-feira, 19 de abril de 2016
quinta-feira, 14 de abril de 2016
Encontros preparatórios para a VII Conferência Municipal da Cidade de São Paulo: Participe!
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Acesse o Gestão Urbana, confira os eventos já realizados e também os que estão por vir!
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domingo, 10 de abril de 2016
Escola do Parlamento - Cursos para abril
Conheça os cursos que a Escola do Parlamento programou para o mês de abril!
11/04 - FEDERALISMO E POLÍTICAS PÚBLICAS – A proposta do curso é apresentar a forma pela qual a organização federativa do Estado Brasileiro influencia diretamente no processo de criação, implementação e financiamento de políticas públicas, esclarecendo os alcances e os limites das iniciativas de cada esfera do Estado. As aulas serão as segundas e quartas-feiras a partir do dia 11 de abril, das 19h às 22h, na Câmara Municipal. Verifique os detalhes sobre a programação e a sala na página do curso.
25/04 - CICLO DE DEBATES SP 2030: Inovação - O ciclo de debates “São Paulo 2030” pretende discutir as questões e desafios necessários para estimular o crescimento da cidade para os próximos 15 anos. Com o tema da inovação, o debate irá refletir como o poder público pode viabilizar o potencial inovador da cidade, analisando as experiências de empreendedorismo que funcionaram e discutindo as áreas promissoras. O encontro acontecerá dia 25 de abril, das 14h às 18h, na Câmara Municipal, com transmissão online e pela TVCâmara, além de perguntas em tempo real pelo Facebook da Escola do Parlamento. Verifique os detalhes sobre a programação e o local na página do curso.
INSCRIÇÕES ONLINE: Toda terça-feira, na semana anterior ao início do curso e somente pelo Portal da Escola do Parlamento, a partir das 15h. As inscrições permanecerão abertas até o preenchimento das vagas.
A Escola do Parlamento não opera com a reserva de vagas ou inscrições após o esgotamento das vagas, salvo desistência após o primeiro dia de atividades.
Lembrando que todos os cursos são certificados desde que haja inscrição e comparecimento em 75% das aulas, no mínimo.
Próximo aos metrôs Anhangabaú e República
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
Diocese de Jundiaí prepara o lançamento do curso "A Missão do Cristão na Política "
Diocese de Jundiaí prepara o
lançamento do curso
A Missão do Cristão na Política
A Missão do Cristão na Política
Reinaldo Oliveira
A Diocese de Jundiaí através da Pastoral Fé e Política, está nos preparativos finais do curso “A
Missão do Cristão na Política”. Os objetivos
do curso são os de levar ao conhecimento dos participantes as propostas pastorais da igreja em diversos segmentos da sociedade,
facilitando a atuação política dos cristãos.
De acordo com informações do coordenador diocesano da
Pastoral Fé e Política, Claudio Nascimento, todos os presidentes de partidos
políticos das 11 cidades do território da Diocese, receberão convites para
participação no curso.
Ele informou que de acordo com o trabalho desenvolvido na
Diocese pela Pastoral Fé e Política, a exemplo de anos anteriores quando
próximo ao período eleitoral sempre a igreja dedica atenção aos candidatos, o curso
é voltado para eles.
O propósito é de que o maior número possível de candidatos às
próximas eleições municipais, nas 11 cidades participem do curso. Para facilitar
esta participação, existe toda uma logística que vai depender do número de
inscrições.
Na programação consta:
- Dia 19 de março, das 14h às 17h, nas cidades de Jundiaí, Pirapora do Bom Jesus, Varzea Paulista e Salto.
- Dia 02 de abril, das 14h às 17h, nas cidades de Itupeva, Caajamar e Campo Limpo Paulista.
- Dia 7 de maio das 14h às 17h, nas cidades de Louveira, Santana do Parnaíba, Paróquia Santa Gertrudes e Cabreúva.
- Dia 04 de junho das 14 às 17h, nas cidades de Jundiaí, Varzea Paulista e Pirapora do Bom Jesus.
Estes locais estão sujeitos a serem modificados de acordo com
o numero de inscrições. Os assuntos a serem abordados são: Reforma Política,
Lei da Ficha Limpa e Lei 9840, Ser um Parlamentar Cristão e a Serviço da Vida,
As encíclicas do Papa Francisco “A alegria do Evangelho” e “Louvado Seja”, bem
como as recentes manifestações populares pelo Brasil.
Os materiais e subsídios didáticos para o curso serão de
documentos da CNBB sobre política, Doutrina Social da Igreja, Textos Bíblicos, temas
da Campanha da Fraternidade e outras publicações referentes ao tema.
Breve serão divulgadas informações sobre as inscrições.
sábado, 30 de janeiro de 2016
terça-feira, 26 de janeiro de 2016
Discussão: Maioridade Penal
Atualmente, no Brasil, muitos afirmam que o caminho para se reduzir a violência é a redução da maioridade penal. Entretanto, se olharmos a situação mais a fundo, podemos perceber que os jovens infratores, geralmente, são vitimas de estruturas que são um verdadeiro incentivo à criminalidade. Para um jovem pobre, não é muito simples enxergar perspectivas de acesso digno a moradia, alimentação, saúde pública, segurança, entre outras coisas essenciais, com os frutos de um trabalho honesto, enquanto que, cometendo crimes, existe a ilusão de ganhar muito mais dinheiro, e de forma "fácil".
Ao invés de reduzir a maioridade penal, seria muito mais efetivo trabalhar sobre a causa dos problemas, ou seja, trabalhar com o objetivo de criar estruturas que façam todos se sentirem uteis e responsáveis pela construção de um país mais justo. Todos esses jovens precisam ter condições de perceber que muitas outras pessoas dependem de suas atitudes, e que essas atitudes realmente fazem diferença.
A igreja católica no Brasil promove todos os anos a Campanha da Fraternidade, um importante trabalho com objetivo de despertar a atenção para problemas concretos que afetam o povo brasileiro. Esse trabalho teve, por diversas vezes temas profundamente relacionados com a violência e os problemas enfrentados pelo povo brasileiro. Alguns exemplos muito associados aos problemas enfrentados pelos jovens são:
1983 - tema - Fraternidade e Violência lema - Fraternidade sim, violência não
1987 - tema - Fraternidade e o Menor lema - Quem acolhe o menor, a mim acolhe
1992 - tema - Fraternidade e Juventude lema - Juventude - caminho aberto
2001 - tema - Fraternidade e as Drogas lema - Vida sim, Drogas não
2009 - tema - Fraternidade e Segurança Pública lema - A Paz é fruto da Justiça
2013 - tema - Fraternidade e Juventude lema - Eis-me aqui, envia-me!
Para seguirmos os ensinamentos de Jesus Cristo, precisamos de oração, e, também, ação. Para construirmos um mundo mais humano para todos, é fundamental denunciar as estruturas injustas da nossa sociedade, que direta ou indiretamente afetam a todos os brasileiros.
Ao invés de reduzir a maioridade penal, seria muito mais efetivo trabalhar sobre a causa dos problemas, ou seja, trabalhar com o objetivo de criar estruturas que façam todos se sentirem uteis e responsáveis pela construção de um país mais justo. Todos esses jovens precisam ter condições de perceber que muitas outras pessoas dependem de suas atitudes, e que essas atitudes realmente fazem diferença.
A igreja católica no Brasil promove todos os anos a Campanha da Fraternidade, um importante trabalho com objetivo de despertar a atenção para problemas concretos que afetam o povo brasileiro. Esse trabalho teve, por diversas vezes temas profundamente relacionados com a violência e os problemas enfrentados pelo povo brasileiro. Alguns exemplos muito associados aos problemas enfrentados pelos jovens são:
1983 - tema - Fraternidade e Violência lema - Fraternidade sim, violência não
1987 - tema - Fraternidade e o Menor lema - Quem acolhe o menor, a mim acolhe
1992 - tema - Fraternidade e Juventude lema - Juventude - caminho aberto
2001 - tema - Fraternidade e as Drogas lema - Vida sim, Drogas não
2009 - tema - Fraternidade e Segurança Pública lema - A Paz é fruto da Justiça
2013 - tema - Fraternidade e Juventude lema - Eis-me aqui, envia-me!
Recentemente pudemos ver a divulgação de um interessante estudo sobre o assunto em um site bastante popular da internet.
Redução da maioridade penal não reduz crimes violentos no País, mostra estudo
A igreja, incluindo todos nós, tem o importante papel de denunciar as estruturas injustas que oprimem a todos. Nós como cristãos, temos a responsabilidade denunciar as raízes do pecado para ajudar a combate-las. Temos o papel de, unidos em nome de Jesus, ajudar a despertar a atenção para os problemas concretos do povo brasileiro. Para seguirmos os ensinamentos de Jesus Cristo, precisamos de oração, e, também, ação. Para construirmos um mundo mais humano para todos, é fundamental denunciar as estruturas injustas da nossa sociedade, que direta ou indiretamente afetam a todos os brasileiros.
sábado, 9 de janeiro de 2016
Agenda Pastoral Fé e Política 2016
Pastoral Fé Política
– Agenda para 2016
Escola de Fé e
Política Waldemar Rossi – todas as segundas feiras, das 19h30 às 21h30, com
início dia 17/02/2016.
Reuniões da Pastoral:
das 9h30 às 12h30 na paróquia de
Sant’Ana, Rua Voluntários da Pátria no segundo
sábado dos meses, Fev. 13/ Abril 09/ Junho 11/ Set. 10/ Nov. 12
Movimento de Combate
à Corrupção Eleitoral Estadual SP
Reuniões todas as
primeiras segundas feiras do mês, das 14h00 às 16h30, na sede do Movimento do
Ministério Público Democrático, Rua Riachuelo, 217, 5º andar
Fev. 01 /Mar. 07/Abr. 04/ Mai. 02/ Jun. 06/ Jul. 04/ Ago. 01/
Set. 05/ Out. 03/ Nov. 07/ Dez. 05
IX Encontro do MCCE estadual SP – 26/11/2016
Campanha contra a
Criminalização dos Movimentos Sociais
Todas as segundas -
feiras do ano, exceto feriados, das
17h00 `as 19h00, na Mitra Arquidiocesana, Av. Higienópolis, 890
Fé e Política 2016
Iniciaram as inscrições para o curso de Fé e Política da Escola de Fé e Política Waldemar Rossi! Para maiores informações clique no folder abaixo.
Para acessar e imprimir a inscrição vá para o site da pastoral:
http://pastoralfp.com/index.php/top-cursos/141-efpwr/798-curso-fe-e-politica-2016
http://pastoralfp.com/index.php/top-cursos/141-efpwr/798-curso-fe-e-politica-2016
quinta-feira, 17 de dezembro de 2015
Não ao Genocídio dos Povos Indígenas.
Porque pedimos o embargo/boicote aos produtos do agronegócio de Mato Grosso do Sul
- Mato Grosso do Sul tem a segunda maior população indígena do Brasil, cerca de 77 mil pessoas, e é palco da maiores e mais graves violações dos direitos humanos do Brasil e do mundo: casos de tortura, estupros, espancamentos, ataques armados e assassinatos praticados por milícias de jagunços e organizações paramilitares contratadas por fazendeiros, além dos altos índices de desnutrição e suicídios. Está em curso um verdadeiro genocídio*, especialmente do povo Guarani-Kaiowá.
- Nos últimos 12 anos, foram registrados mais de 400 assassinatos. O Estado concentra mais de 60% dos casos de assassinatos de indígenas do país e 586 suicídios. Em 2010, por exemplo, a taxa de homicídios na aldeia Guarani-kaiowá do município de Dourados, é maior do que a registrada no Iraque. Conforme já anunciou o antropólogo Eduardo Viveiros de Castro, temos aqui uma Faixa de Gaza. Se no Iraque a proporção é de 93 assassinatos para cada 100 mil pessoas, na aldeia de Dourados é de 145 assassinatos, 495% maior do que a média nacional.
- Apenas em 2014 o Relatório Violência Contra os Povos Indígenas no Brasil, publicado pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi), registrou 138 casos de assassinatos e 135 casos de suicídios no país, sendo que destes 41 assassinatos e 48 suicídios aconteceram no Mato Grosso do Sul. Os dados também revelam um severo aumento das mortes por desassistência à saúde, mortalidade na infância, invasões possessórias e exploração ilegal de recursos naturais e de omissão e morosidade na regularização das terras indígenas.
· Nos últimos 60 dias, foram registrados mais de quinze ataques contra cinco comunidades indígenas de Mato Grosso do Sul, os quais foram promovidos por fazendeiros, suas milícias armadas e, de acordo com denúncias dos indígenas, sob proteção de aparato policial do Estado. Além da morte do líder indígena Simeão Vilhalva, no Tekoha Ñanderu Marangatu, no município de Antônio João, esses ataques deixaram três indígenas baleados por arma de fogo, dois jovens desaparecidos que podem estar mortos, vários feridos por balas de borracha e dezenas de torturados e espancados, inclusive, crianças, mulheres e idosos. Chegamos ao ponto de, conforme denunciam os indígenas, um boi no pasto ter mais valor do que a vida de uma criança indígena.
- A violência contra os povos indígenas e o genocídio em curso está vinculado a três fatores que se relacionam:
1. A violação dos direitos individuais e coletivos está intrinsecamente ligada ao processo histórico de colonização e ocupação do Estado de Mato Grosso do Sul e ao modelo econômico que foi escolhido pelo Estado brasileiro, o qual foi implantado à base da violência, do confinamento dos povos originários e do desrespeito aos seus direitos fundamentais. Sem cumprir as determinações constitucionais e tratados internacionais dos quais é signatário, mantendo-se omisso na demarcação e homologação das terras indígenas, não assegurando direitos humanos e territoriais dos povos indígenas, o governo brasileiro se tornou o principal responsável por esta realidade de violência. Em Mato Grosso do Sul são mais de 50 áreas em situação de conflito, aguardando demarcação e homologação das terras indígenas, conforme determina a Constituição Federal. Enquanto o rebanho bovino de Mato Grosso do sul ocupa 23 milhões de hectares de terra, a etnia Guarani-Kaiowá, é constituída por 45 mil pessoas, ocupa apenas 30 mil hectares de suas terras tradicionais. Se todas as áreas reivindicadas por eles como territórios indígenas forem demarcadas, elas representam cerca de apenas 2% da área total do estado.
2. A atuação institucional e organizada dos ruralistas que, por meio das suas instituições classe, tem estimulado o enfrentamento aos povos indígenas. A gravidade da situação chegou ao ponto de, acintosamente, em 2013, a Acrisul e a Famasul anunciarem e realizarem o Leilão da Resistência para arrecadar recursos para este tipo de enfrentamento, o qual contou com a participação de fazendeiros e políticos. Ação que mereceu repúdio internacional e cujos recursos financeiros arrecadados foram embargados judicialmente.
3. A impunidade é outro elemento central na perpetuação da violência e do genocídio. Executores de homicídios, de ataques, de casos de tortura e espancamentos, bem como os seus mandantes, raramente são identificados e, sequer, vão para os bancos dos réus, prevalecendo a impunidade. Se por um lado a impunidade reina para os que massacram os povos indígenas, por outro há uma tentativa de criminalizar as entidades indigenistas e as lideranças indígenas, por meio de uma Comissão Parlamentar de Inquérito contra o Conselho Indigenista Missionário (CIMI).
A partir deste grave cenário de genocídio*, da violência em série praticada pelos ruralistas, de omissão e descaso dos poderes públicos e impunidade; com base nas determinações da Carta Magna, Constituição Federal, em especial ao direito à vida, que é o mais fundamental de todos os direitos, já que se constitui em pré-requisito à existência e exercício de todos os demais direitos; com base na Convenção para a prevenção e a repressão do crime de genocídio (1948) e o Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos das Nações Unidas e demais tratados, dos quais o Brasil é signatário; nós, entidades e organizações indígenas, sociais, religiosas, sindicais e culturais, inspirados nos movimentos da não violência indiano, liderando por Gandhi, de Antiapartheid, liderado por Nelson Mandela, e dos trabalhadores rurais nas plantações de uva nos Estados Unidos, liderado por César Chavez, apoiamos a decisão do Conselho do Povo Terena e do Conselho Aty Guassu do Povo Guarani-Kaiowá de convocar uma campanha legítima de boicote mundial à compra e consumo dos produtos do agronegócio sul-mato-grossense, os quais são produzidos em territórios marcados pelo genocídio dos povos indígenas.
É uma campanha para que os organismos internacionais embarguem os produtos do agronegócio até que o governo brasileiro resolva definitivamente esta questão, demarcando e homologando as terras indígenas, indenizando os proprietários das áreas cujos títulos foram adquiridos de boa fé, cessando todos os ataques e atos de violência contra os povos indígenas. É uma campanha pela paz.
ASSINAMOS:
CEBI - Centro de Estudos Bíblicos
O RUA - Juventude Anticapitalista
MMC - Movimento de Mulheres Camponesas
CUT - Central Única dos Trabalhadores
CIMI
*Lei do Genocídio- LEI Nº 2.889, DE 1º DE OUTUBRO DE 1956. Art. 1º Quem, com a intenção de destruir, no todo ou em parte, grupo nacional, étnico, racial ou religioso, como tal: a) matar membros do grupo; b) causar lesão grave à integridade física ou mental de membros do grupo; c) submeter intencionalmente o grupo a condições de existência capazes de ocasionar-lhe a destruição física total ou parcial;d) adotar medidas destinadas a impedir os nascimentos no seio do grupo;e) efetuar a transferência forçada de crianças do grupo para outro grupo;
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
Eleições para os Conselhos Tutelares - Dia 15/11/2015
Estamos nos aproximando
das eleições para os Conselhos
Tutelares.
Dia 15/11/2015 domingo
– em diversos locais de todas as subprefeituras da cidade de SP. Veja no folheto como
preparar o movimento, grupo, entidade, paróquia ou pastoral da qual você
participa para esse importante momento na defesa dos direitos das crianças e
dos adolescentes.
Seja solidário.
Participe e ajude outros a participarem.
Caci
Amaral
Pastoral Fé e
Política da Arquidiocese de São Paulo
quarta-feira, 4 de novembro de 2015
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
Encontro de formação para a Campanha da Fraternidade Ecumênica 2016 reúne as dioceses do Regional Sul da CNBB em São Paulo
Cerca de duzentas pessoas das mais diversas dioceses do Regional Sul1 da CNBB, estiveram reunidas no último final de semana, de 23 a 25 de outubro de 2015, em Itaici, no Encontro Estadual de formação da Campanha da Fraternidade Ecumênica 2016, que tem como Tema: “Casa comum, nossa responsabilidade” e como Lema: “Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca.” (Am. 5,24).
A Campanha da Fraternidade Ecumênica (CFE) de 2016, será realizada numa parceria da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) com o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic) e tem como objetivo debater com a sociedade questões do saneamento básico a fim de garantir desenvolvimento, saúde integral e qualidade de vida aos cidadãos. A proposta da Campanha está em sintonia com a Encíclica do Papa Francisco, “Laudato Si”.
Nesse tema e lema, duas dimensões básicas para a subsistência da vida são tratadas simultaneamente: o cuidado com a criação e a luta pela justiça, sobretudo dos países pobres e vulneráveis. "Nessa Campanha da Fraternidade Ecumênica, queremos instaurar processos de diálogos que contribuam para a reflexão crítica dos modelos de desenvolvimento que têm orientado a política e a economia”, explica a coordenação geral, representada pelo bispo da Igreja Anglicana e presidente do Conic, dom Flávio Irala, e a secretária-geral, pastora Romi Márcia Bencke.
A organização diz ainda que a reflexão da CEF 2016 será “a partir de um problema específico que afeta o meio ambiente e a vida de todos os seres vivos, que é a fragilidade e, em alguns lugares, a ausência dos serviços de saneamento básico em nosso país”.
O texto-base está organizado em cinco partes, a partir do método ver, julgar e agir. Ao final, são apresentados os objetivos permanentes da Campanha, os temas anteriores e os gestos concretos previstos durante a Campanha 2016.
Alguns temas referentes ao estudo do texto base foram apresentados no encontro. São eles:
•Texto Base – VER – Assessora: Reverenda Carmem – CONIC;
•Texto Base – JULGAR – Assessor Pe. Demétrius;
•Texto Base – AGIR – Assessor: Toninho Evangelista – Secretário geral da CNBB-Sul1;
•Situação atual do Saneamento básico em São Paulo – Assessor Edilson Carlos (Trata Brasil);
•Resíduos sólidos – Assessor: Valdemir Ravagnani;
•Texto Base – JULGAR – Assessor Pe. Demétrius;
•Texto Base – AGIR – Assessor: Toninho Evangelista – Secretário geral da CNBB-Sul1;
•Situação atual do Saneamento básico em São Paulo – Assessor Edilson Carlos (Trata Brasil);
•Resíduos sólidos – Assessor: Valdemir Ravagnani;
A coleta de assinaturas para o projeto de iniciativa popular para a reforma política democrática que já passou das 820.000 assinaturas, mas que precisa de 1.500.000 para entrar em votação, e a eleição para os conselhos tutelares que será realizada em 15/11/2015, foram assuntos pautados pela Pastoral Fé e Política da Arquidiocese de São Paulo, no encontro.
Uma das novidades da Campanha é a parceria com a Misereor - entidade episcopal da Igreja Católica da Alemanha que trabalha na cooperação para o desenvolvimento na Ásia, África e América Latina.
Desde 1958, a Misereor contribui para fortalecer a voz dos povos do Sul, que lutam e buscam caminhos que possam conduzir ao bem-viver dos homens e mulheres. A CFE está em sintonia, também, com o Conselho Mundial das Igrejas e com o papa Francisco.
Integram a Comissão da Campanha da Fraternidade Ecumênica 2016: Igreja Católica Apostólica Romana, Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, Igreja Presbiteriana Unida do Brasil, Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia, Centro Ecumênico de Serviços à Evangelização e Educação Popular (Ceseep), Visão Mundial, Aliança de Batistas do Brasil, Diretoria do Conic, Misereor.
Mônica Lopes com informações da página da
CNBB
quinta-feira, 1 de outubro de 2015
domingo, 30 de agosto de 2015
quarta-feira, 19 de agosto de 2015
TOMAR AS RUAS POR DIREITOS,
LIBERDADE E DEMOCRACIA!
Contra a direita e o ajuste fiscal!
Estaremos
nas ruas de todo o país neste 20 de agosto em defesa dos direitos sociais, da
liberdade e da democracia, contra a ofensiva da direita e por saídas populares
para a crise.
- Contra o ajuste fiscal! Que os ricos paguem pela crise!
A
política econômica do governo joga a conta nas costas do povo. Ao invés de
atacar direitos trabalhistas, cortar investimentos sociais e aumentar os juros,
defendemos que o governo ajuste as contas em cima dos mais ricos, com taxação
das grandes fortunas, dividendos e remessas de lucro, além de uma auditoria da
dívida pública. Somos contra o aumento das tarifas de energia, água e outros
serviços básicos, que inflacionam o custo de vida dos trabalhadores. Os
direitos trabalhistas precisam ser assegurados: defendemos a redução da jornada
de trabalho sem redução de salários e a valorização dos aposentados com uma
previdência pública, universal e sem progressividade.
- Fora Cunha: Não às pautas conservadoras e ao ataque a direitos!
Eduardo
Cunha representa o retrocesso e um ataque à democracia. Transformou a Câmara
dos deputados numa Casa da Intolerância e da retirada de direitos. Somos contra
a pauta conservadora e antipopular imposta pelo Congresso: Terceirização,
Redução da maioridade penal, Contrarreforma Política (com medidas como
financiamento empresarial de campanha, restrição de participação em debates,
etc.) e a Entrega do pré-sal às empresas estrangeiras. Defendemos uma Petrobrás
100% estatal. Além disso, estaremos nas ruas em defesa das liberdades: contra o
racismo, a intolerância religiosa, o machismo, a LGBTfobia e a criminalização
das lutas sociais.
É
preciso enfrentar a estrutura de desigualdades da sociedade brasileira com uma
plataforma popular. Diante dos ataques, a saída será pela mobilização nas ruas,
defendendo o aprofundamento da democracia e as Reformas necessárias para o
Brasil: Reforma Tributária, Urbana, Agrária, Educacional, Democratização das
comunicações e Reforma democrática do sistema político para acabar com a
corrupção e ampliar a participação popular.
20 de Agosto
em todo o Brasil!
Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) /
Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) / Central Única dos
Trabalhadores (CUT) / Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB)
/ Intersindical - Central da Classe Trabalhadora/ Federação Única dos Petroleiros
(FUP) / União Nacional dos Estudantes (UNE) / União Brasileira dos Estudantes
Secundaristas (UBES) / Rua - Juventude Anticapitalista / Fora do Eixo / Mídia
Ninja / União da Juventude Socialista (UJS) / Juntos / Juventude Socialismo e
Liberdade (JSOL) / Associação Nacional de Pós Graduandos (ANPG) / Federação
Nacional dos Estudantes do Ensino Técnico (Fenet) / União da Juventude Rebelião
(UJR) / Uneafro / Unegro / Círculo Palmarino / União Brasileira das Mulheres
(UBM) / Coletivo de Mulheres Rosas de Março / Coletivo Ação Crítica / Coletivo
Cordel / Serviço Franciscano de Solidariedade (Sefras) / Igreja Povo de Deus em
Movimento (IPDM)
PARTIDOS QUE APOIAM O ATO: Partido Socialismo e
Liberdade (PSOL) / Partido Comunista do Brasil (PC do B)
terça-feira, 11 de agosto de 2015
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
Sobre Angra 3
Depois da empresa francesa AREVA dizer que está parando (por falta de pagamento...) a obra em Angra 3 que contratou com a Eletronuclear, a Lava Jato prende o próprio presidente da Eletronuclear (que tinha se licenciado, em abril, depois de negar – preventivamente – que tivesse recebido propina...). Bem que dissemos, em nossa Carta Aberta ao Ministro Levy, que ele poderia ter surpresas desagradáveis com o prosseguimento dessa operação, quando ela chegasse a Angra 3... Sua nova etapa começada agora recebeu, aliás, um sugestivo nome: “Radioatividade”. Será que o governo vai acordar?
Quem quiser conhecer o personagem que foi preso (e ouvir os argumentos que temos para parar essa obra), veja o vídeo de minha intervenção na Audiência Pública realizada no Senado em 27 de novembro de 2013 sobre um projeto do Senador Cristovam Buarque, que estabelece uma moratória de 30 anos para se construir usinas nucleares no Brasil.
O Presidente da Eletronuclear está sentado à direita, na mesa dos expositores
https://www.youtube.com/watch?v=onDtnh8qGuY#t=10
Chico Whitaker
Coalizão por um Brasil Livre de Usinas Nucleares
www.xonuclear.net
www.xonuclear.net
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Coalizão por um Brasil Livre de Usinas Nucleares
Com o VITO, bandeiras ao alto !
Homenagem ao grande companheiro, lutador persistente, VITO GIANNOTTI, que partiu desta terra. Dia 8 de agosto, sábado próximo, às 14 horas, no Sindicato dos Químicos de S. Paulo, rua Tamandaré, 348, próximo ao Metrô S. Joaquim.
Waldemar
O Vito sempre dizia que nossas bandeiras, as vermelhas, tinham que estar nas nossas mãos , levantadas.
Gostava de falar muito do filme RAN , de Kurosawa onde os exércitos mantinham as bandeirras enormes ao alto; dos soviéticos colocando a bandeira com a foice e o martelo no Reichstag em Berlim na II Guerra, e por aí vai.
Então, camaradas, tragam suas bandeiras. Nosas bandeiras.
Então, camaradas, tragam suas bandeiras. Nosas bandeiras.
Para aumentar clique na imagem.
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