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Blog da Pastoral de Fé e Política da Arquidiocese de São Paulo (São Paulo/SP)
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Travessias Torturadas: Direitos Humanos e Ditadura no Brasil
Marcadores:
Direitos Humanos
Chat Pastoral Carcerária em Rede - dia 10/4/2013 - 14h
Participe do chat da Pastoral Carcerária com Heidi Cerneka
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Convidamos você para participar do próximo chat Pastoral Carcerária em Rede, a ser realizado no dia 10/4/2013, às 14h, com Heidi Cerneka, da coordenação executiva da Pastoral.
O chat tem por objetivo discutir questões relacionadas ao sistema carcerário brasileiro. Veja alguns dos temas que serão abordados: - Panorama do sistema carcerário no Mato Grosso do Sul - Campanha sobre necessidades básicas para mulheres presas - Como a pastoral pode aprimorar suas ações em todo o país Para participar, é necessário entrar na rede da Pastoral Carcerária —www.carceraria.org.br. O cadastro é gratuito e pode ser conectado à sua conta no Twitter, Facebook e Google. Participe! |
PASTORAL CARCERÁRIA NACIONAL -PCrN/CNBB
Coordenação Executiva Nacional: Pe. Valdir João da Silveira, Ir. Petra Pfaller, Heidi Ann Cerneka, José de Jesus Filho Tel.: 55 (11) 3101-9419 - Skype: carceraria.secretaria E-mail: nacional@carceraria.org.br - www.carceraria.org.br |
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Audiências públicas do Programa de Metas
Prezados(as),
Verifique com atenção o horário em que a audiência pública da sua região será realizada e compareça!.
Durante essa semana reúna os amigos, a vizinhança e os demais membros de sua região, discutam as reais necessidades da mesma,
relate-as em duas vias, protocole e entregue ao subprefeito ou subprefeita.
Se possível, forme uma comissão, e apresentem essas demandas verbalmente durante a audiência.
Esse momento é muito importante e poderá definir o rumo dessa gestão com a sua participação!
Participe! Prepare o Plano de Metas da sua Região!
Pastoral Fé e Política
Arquidiocese de São Paulo
A partir de Jesus Cristo em busca
Nos eventos a serem realizados nas 31 subprefeituras da cidade e por tema, população poderá conhecer melhor o plano, que define as prioridades da gestão até 2016, e apresentar sugestões
Airton Goes airton@isps.org.br
A Prefeitura Municipal de São Paulo divulgou nesta sexta-feira (5/4) o calendário das audiências públicas sobre o Programa de Metas 2013/2016, que serão realizadas em toda a cidade.
No cronograma anunciado, as audiências nas subprefeituras terão início dia 13 e se encerram no dia 20 de abril. Nos dias 18, 22 e 25 serão realizadas as audiências temáticas, no Sindicato dos Engenheiros. No dia 30/4 haverá uma audiência geral na Câmara Municipal.
De acordo com a Secretaria Municipal de Planejamento, Orçamento e Gestão, que está coordenando o processo, as audiências visam possibilitar à população maior conhecimento sobre o plano, que contém as prioridades da gestão para os próximos quatro anos, e, principalmente, ouvir as sugestões e demandas dos participantes.
Veja o calendário das audiências públicas do Plano de Metas:
SUBPREFEITURAS - 13 DE ABRIL
| Subprefeitura | Endereço | Região | Horário |
| Aricanduva/Formosa/Carrão | Rua Atucuri, 699 | Leste | 09h00 às 12h00 |
| Ermelino Matarazzo | Fatec Zona Leste – Av. Aguia de Haia, 4.983 | Leste | 09h00 às 12h00 |
| Mooca | Rua Taquari, 549 | Leste | 09h00 às 12h00 |
| Penha | Rua Candapuí, 492 | Leste | 09h00 às 12h00 |
| Jaçanã/Tremembé | Local a definir | Norte | 09h00 às 12h00 |
| Santana/Tucuruvi | Av. Tucuruvi, 808 | Norte | 09h00 às 12h00 |
| Vila Maria/Vila Guilherme | Rua General Mendes, 111 | Norte | 15h00 às 18h00 |
| Sé | Viaduto Jacareí, 100 | Centro | 15h00 às 18h00 |
| Cidade Tiradentes | Av. dos Metalúrgicos, 1945 | Leste | 15h00 às 18h00 |
| Guaianases | CEU Lajeado – Rua Manoel da Mota Coutinho, 263 | Leste | 15h00 às 18h00 |
| Itaquera | Rua Augusto Carlos Bauman, 851 | Leste | 15h00 às 18h00 |
| Itaim Paulista | Av. Marechal Tito, 3.012 | Leste | 15h00 às 18h00 |
| São Miguel Paulista | Rua Da. Ana Flora Pinheiro de Souza, 76 | Leste | 15h00 às 18h00 |
| São Mateus | Rua Cinira Polônio, 100 | Leste | 15h00 às 18h00 |
| Vila Prudente | Av. Oratório, 172 | Leste | 15h00 às 18h00 |
SUBPREFEITURAS - 20 DE ABRIL
| Subprefeitura | Endereço | Região | Horário |
| Casa Verde/Cachoeirinha | Local a definir | Norte | 09h00 às 12h00 |
| Freguesia/Brasilândia | Av. João Marcelino Branco, 95 | Oeste | 09h00 às 12h00 |
| Pirituba | Local a definir | Noroeste | 09h00 às 12h00 |
| Perus | Local a definir | Noroeste | 09h00 às 12h00 |
| Vila Mariana | Rua Botucatu, 862 | Sudeste | 09h00 às 12h00 |
| Butantã | Rua Junta Mizumoto, 13 | Sudoeste | 09h00 às 12h00 |
| Lapa | Rua Guaicurus, 1.000 | Oeste | 09h00 às 12h00 |
| Pinheiros | Rua Professor Frederico Hermann Junior, 595 | Sudoeste | 09h00 às 12h00 |
| Ipiranga | Rua Benjamim Jafet, 95 | Sudeste | 15h00 às 18h00 |
| Jabaquara | Av. Engº Armando de Arruda Pereira, 5.241 | Sudeste | 15h00 às 18h00 |
| Cidade Ademar | Av. Yervant Kissajikian, 416 | Sul | 15h00 às 18h00 |
| Capela do Socorro | Av. Carlos Lacerda, 678 | Sul | 15h00 às 18h00 |
| Campo Limpo | Av. Interlagos, 7.350 | Sul | 15h00 às 18h00 |
| M'Boi Mirim | Av. Guarapiranga, 1.265 | Sul | 15h00 às 18h00 |
| Parelheiros | Av. Sadamu Inoue, 5.252 | Sul | 15h00 às 18h00 |
| Santo Amaro | Av. Mario Lopes Leão, 406 | Sul | 15h00 às 18h00 |
AUDIÊNCIAS PÚBLICAS TEMÁTICAS
Eixo 1: Compromisso os Direitos Sociais e Civis
Data: 18/04
Horário: 18h30 às 21h00
Local: Sindicato dos Engenheiros – Rua Genebra, 25 – 1° andar
Data: 18/04
Horário: 18h30 às 21h00
Local: Sindicato dos Engenheiros – Rua Genebra, 25 – 1° andar
Eixo 2: Desenvolvimento Econômico Sustentável com Redução das Desigualdades
Data: 22/04
Horário: 18h30 às 21h00
Local: Sindicato dos Engenheiros – Rua Genebra, 25 – 1° andar
Data: 22/04
Horário: 18h30 às 21h00
Local: Sindicato dos Engenheiros – Rua Genebra, 25 – 1° andar
Eixo 3: Gestão Descentralizada, Participativa e TransparenteData: 25/04
Horário: 18h30 às 21h00
Local: Sindicato dos Engenheiros – Rua Genebra, 25 – 1° andar
Horário: 18h30 às 21h00
Local: Sindicato dos Engenheiros – Rua Genebra, 25 – 1° andar
AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE O PROGRAMA DE METAS NA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO
Data: 30/04
Horário: 10h00 às 12h00
Local: Salão Nobre – 8° andar
Horário: 10h00 às 12h00
Local: Salão Nobre – 8° andar
Reunião mensal da Pastoral Fé e Política da Arquidiocese de São Paulo
A Pastoral Fé e Política da
Arquidiocese de São Paulo convida para sua reunião mensal, dia 13 de abril das
9:30 as 11:30h na Igreja Nossa Senhora de Santana na Rua Voluntários da Pátria,
metro santana.
Contamos com sua participação se já atua junto a Fé e Política
ou se deseja formar um grupo em sua comunidade, região.
Reunião da Coalizão por um Brasil Livre de Usinas Nucleares – 09/04/2013
A Coalizão por um Brasil Livre de Usinas Nucleares se reunirá no dia 9 de abril, terça-feira, às 19h30, na Ação Educativa (Rua General Jardim, 660, 2º andar, Vila Buarque, São Paulo).
A reunião terá como pauta a discussão de uma nova atividade antinuclear, desta vez, em rememoração ao acidente nuclear de Chernobyl (ocorrido em 26 de abril de 1986, na Ucrânia). Discutiremos também outras propostas para o avanço da luta antinuclear no Brasil e o balanço de nossa participação nas atividades do Fórum Social Mundial em Túnis.
Aproveitem a oportunidade para visitar o site http://www.brasilcontrausinanuclear.com.br,que vem sendo atualizado com maior frequência, e mandem-nos as notícias e textos que julguem útil divulgar.
Atenciosamente,
Luís Carlos Miyazawa
Coalizão por um Brasil Livre de Usinas Nucleares
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Dia Mundial da Saúde
CONVITE
A Comissão Organizadora do Ato de manifestação e comemoração do Dia Mundial da Saúde, vem através deste, convidar à todos que defendem o SUS e uma Saúde Pública de qualidade, para participar deste grande evento que acontecerá na cidade de São Paulo no dia 10 de Abril de 2013. O Ato terá início às 9 horas com uma grande concentração na Praça do Patriarca. Na seqüência haverá uma curta caminhada até a Câmara dos Vereadores, onde acontecerá a fala dos participantes e o encerramento do Ato. Compareça e convide também para participar: a sua família, seus amigos e vizinhos, os Sindicatos, a sua igreja, as Associações e os seus Parlamentares. Participe e valorize o seu movimento. Traga a sua camiseta, sua bandeira, faixas e cartazes.
Atenciosamente,
À Comissão Organizadora
DIA MUNDIAL DA SAÚDE
O Dia Mundial da Saúde, comemorado em 07 de abril, é um
marco importante: um momento em que vários movimentos e entidades sociais saem
às ruas para lutar por uma Saúde Pública, Universal e de
Qualidade para todos os brasileiros. Desde a criação
do SUS (Sistema Único de Saúde), em 1988, até hoje, ainda lutamos pela total
implantação desse Sistema, que colocou a Saúde como um direito de todos e dever
do Estado, privilegiou as ações de prevenção e promoção da saúde e a efetiva
participação da população.
Os cuidados com a saúde pública, no entanto, não tem
avançado e o povo de São Paulo sabe muito bem a peregrinação a que é submetido
para ter um atendimento de saúde adequado. As deficiências no acesso a qualquer
profissional de saúde, a demora na realização de exames, a ausência de
especialidades médicas, a longa espera para a realização de cirurgias e a falta
de medicamentos continuam presentes no cotidiano do paulistano. São muitos os
hospitais fechados ou abandonados pela administração pública municipal anterior
que poderiam ser recuperados para as necessidades de saúde de seus usuários.
Em São Paulo, a administração dos serviços públicos foi em
grande parte entregue às empresas privadas que apenas visam o lucro, reforçando
um modelo centrado na doença e não na prevenção e promoção da saúde. Os bilhões
de reais do dinheiro público entregues à iniciativa privada deveriam colocar
São Paulo em 1° lugar no atendimento à saúde, porém não é o que tem acontecido,
além de que esta verba não passa pelo controle social. Podemos constatar um
profundo sucateamento das unidades públicas de saúde, alinhado a uma política
de arrocho salarial e precarização das condições de trabalho no SUS.
Neste Dia Mundial da Saúde, nós, usuários e trabalhadores do
SUS, reiteramos nosso posicionamento contra o modelo privatista, que entrega às
Organizações Sociais a gestão da Saúde transformando-a em mera mercadoria
lucrativa e destruindo os direitos conquistados historicamente pela classe
trabalhadora. E por essas razões, nós dos movimentos populares e sociais, entidades,
sindicatos e fóruns, saímos às ruas para exigir a garantia de que nossas
bandeiras de luta tenham sua implementação iniciada ainda em 2013:
1.
Definir
imediatamente o terreno e a planta básica dos hospitais de Parelheiros, Vila
Brasilândia e Vila Matilde;
2.
Reassumir a
gestão das unidades de saúde atualmente sob contrato de gestão com OSs;
3.
Iniciar
imediatamente a construção das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) conforme
compromisso de gestão e ampliar a rede de acordo com a necessidade da
população;
4.
Revogar
imediatamente o decreto municipal 52.914 de Janeiro de 2012;
5.
Reverter o
modelo de pronto atendimento na cidade, priorizando ações na atenção básica,
visando à prevenção e promoção da saúde;
6.
Submeter aos
Conselhos de Saúde os planos, programas e projetos de saúde, incluindo os
respectivos orçamentos, com a finalidade de retomar a construção do SUS na
cidade;
7.
Convocar
imediatamente, nos termos da lei, a Conferência Municipal de Saúde;
8.
Iniciar a
abertura de discussões com os trabalhadores e outros setores, sobre a Carreira
do SUS em São Paulo ;
viabilizar concursos públicos como medida para sanar o déficit de pessoal;
investir em educação permanente e criar planos de carreira;
9.
Respeitar as
deliberações das Conferências de Saúde (Municipal, Estadual e Nacional) que, em
conjunto, são a expressão mais democrática do que os cidadãos brasileiros
querem para a saúde de seu país;
10.
Defender a
primazia do Estado na condução das políticas públicas e dos direitos sociais;
11.
Promover ações
intersetoriais visando a articulação e a integração de políticas sociais para a
população, ampliando o acesso aos direitos sociais como moradia, alimentação,
esporte, lazer, cultura, trabalho, emprego e renda;
12.
Promover
progressivamente a implementação de serviços públicos de saúde, combatendo seu
sucateamento e privatizações;
13.
Fortalecer e
implementar em sua plenitude a Rede de Atenção Psicossocial, na perspectiva da
Reforma Psiquiátrica e da luta antimanicomial;
14.
Aumentar o
repasse de verba, o número de leitos hospitalares e a estrutura do SUS com a
mesma vontade de organização dos grandes eventos esportivos, enquanto grande
legado para a população brasileira.
Contra o desmonte
do SUS público estatal e às medidas do governo federal de fortalecimento do
setor privado de saúde, reafirmamos nossas bandeiras:
·
Defesa
de investimento de recursos públicos no setor público.
·
Exigência
de 10% da receita corrente bruta da União para a saúde.
·
Pela
Inconstitucionalidade das Leis que criam as Organizações Sociais.
A nossa luta contra a privatização da
saúde é também a luta contra a liquidação dos direitos sociais e das políticas
públicas!
M2M e a Juventude

Márcia Castro*
A
Igreja no mundo está voltada para a Juventude e nós temos o privilégio de
sediar a próxima Jornada aqui no Brasil. Estamos discutindo a Fraternidade e a
Juventude na campanha da fraternidade e na
6a urgência do 11o Plano Pastoral Arquidiocesano.
O
cristão busca sempre a justiça e o jovem cristão tem essa missão também. A
Palavra de Deus nos revela uma jovem de família humilde, que se mantém firme na
fé e recebe o anúncio que será a mãe do Filho de Deus. Ela aceita e sai em
missão. Proclama o Magnificat um hino
à glória de Deus e ao chamado à transformação que se dá em vista do Reino de
Deus e sua justiça.
Maria,
a mãe de Deus, não ficou esperando. Ela repleta de fé, vai exercer a caridade.
Vamos em busca, a exemplo de Maria, do protagonismo da nossa juventude. Sabemos
que é necessário aprimorar a nossa democracia, o conhecimento da política e
tornar o processo eleitoral mais justo.
Neste
sentido quero convidar você querido e querida ouvinte a divulgar aos jovens e
pedir que eles sejam multiplicadores da boa nova que acaba de ser lançada pelo MCCE, o Movimento de
Combate a Corrupção Eleitoral de São Paulo. Esse movimento foi um dos protagonistas
na campanha da Ficha Limpa, que hoje é lei. A Pastoral Fé e Política apoia esta
iniciativa. Igreja teve importante colaboração na divulgação da proposta e
coleta de assinaturas. Vamos dar um passo a frente na democracia. Estou me
referindo ao Proposta de Emenda Constitucional (PEC) M2M
o que quer dizer o Máximo de Dois
Mandatos - para parlamentares.
Vemos que no Brasil ser político
é um cargo que por vezes torna-se vitalício. Vemos vereadores e vereadoras,
deputados e deputadas que estão há vários mandatos no cargo. Quando buscamos a
sua história política, vemos que a maioria de suas propostas de lei são
medíocres como nomes de ruas e praças, homenagens a pessoas e só. O que esses
políticos fizeram de verdade para melhorar a vida do povo e a vida em dignidade
como quer Jesus Cristo? Provavelmente fizeram favores para alguns e com esses
favorzinhos vão se reelegendo, pois por pouca educação política achamos que se
recebemos algo de um político devemos dar o nosso voto em troca. Nada disso
minha gente!
O dever do político é criar leis
para efetivar políticas públicas que garantam a saúde, educação,
transporte etc. Também é sua função fiscalizar se as conquistas das leis estão
sendo cumpridas pelos governantes. Dizemos que a lei "não pegou". Ela
só não pegou, porque quem deveria fiscalizar sua execução não o fez. E quem
deve fazer isso na cidade é o vereador e no Estado é o deputado. E também a
sociedade civil organizada em mecanismos de controle social.
Podemos evitar a perpetuação do político no cargo, com sucessivas reeleições. Muitos desses tendem a trabalhar mais pelos interesses dos grandes financiadores de campanha do que pelo bem comum do povo. Por que uma grande empresa aplica dinheiro na eleição de um político? Temos construtoras, montadoras, bancos e outros grandes detentores do dinheiro que investem nas campanhas políticas. Vão receber o "investimento" de volta na forma que o parlamentar vai atuar nas comissões e como será o seu voto no plenário. A favor de que e de quem ele vai votar? Do povo que o elegeu ou da empresa que o financiou? É um processo viciado que precisa mudar!
A proposta de reforma política
M2M - Máximo Dois Mandatos - é simples, clara e concreta.
O parlamentar tem dois mandatos
para executar suas propostas. Oito anos é um bom tempo para efetivar propostas
de campanha e agir em vista do bem comum.
A proposta M2M se for aprovada,
vai aperfeiçoar a nossa democracia e moralizar a vida política do país.
Você pode assinar via internet no
site http://www.pastoralfp.com .
É muito importante assinar o
formulário do abaixo-assinado em papel, também disponível no site da PFP. Caso
você tenha dificuldade de acessar a internet, tenho certeza que um jovem do seu
convívio irá te ajudar.
Una-se aos jovens e as lideranças
da sua comunidade, exerçam juntos a responsabilidade social e
eclesial, estimule o protagonismo da juventude e organizem a coleta de
assinaturas para este projeto.
No próprio formulário você tem o
endereço para devolver as folhas assinadas.
Não fique esperando, nutra-se da
esperança cristã que é ativa e vá em busca de uma sociedade mais justa.
*Membro
da Pastoral Fé e Política da Arquidiocese de São Paulo.
Programa exibido na Rádio 9 de Julho em 05/04/2013
Programa exibido na Rádio 9 de Julho em 05/04/2013
Reforma política M2M - Máximo Dois Mandatos - para parlamentares!
Reforma política M2M - Máximo Dois Mandatos - para parlamentares!
Evita a perpetuação do político no cargo. Atualmente eles são acometidos da "síndrome da reeleição" e tendem a trabalhar mais pelos interesses dos grandes financiadores de campanha do que pelo bem comum do povo. É um processo viciado que precisa mudar. A proposta de reforma política M2M - Máximo Dois Mandatos - é simples, clara e concreta. Se for aprovada vai aperfeiçoar a nossa democracia. Lembre-se de assinar o formulário do abaixo-assinado em papel, disponível no sitewww.mccesaopaulo.blogspot.com.br
quinta-feira, 4 de abril de 2013
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Breve reflexão sobre os avanços socioeconômicos no Brasil atual e as notícias recentes sobre os riscos na economia
*Pedro Aguerre
No comentário de hoje, entraremos um pouco em temas
econômicos e sociais. A principal motivação é a de participarmos de um debate
que tem aparecido muito na grande mídia, com relação ao momento atual. Fazemos referência
à insistência com que são apresentadas enxurradas de notícias sobre a inflação,
sobre os investimentos, sobre os juros, que, segundo alguns analistas dos
principais meios de comunicação, pareceriam indicar uma situação de profunda
crise econômica ou trágicas perspectivas de futuro.
Mesmo concordando parcialmente com alguns aspectos
dessas análises, parece importante e oportuno ampliar essas análises, recuando
um pouco no passado e tentando daí olhar para o futuro próximo, observando se,
de fato, os caminhos que estão sendo trilhados fragilizam ou fortalecem o País.
Minimizar as boas notícias e dar interpretação negativa a aspectos saudáveis de
nossa economia e aos avanços sociais registrados, dando maior destaque a
aspectos críticos, parece uma tentativa de propagar o pessimismo na sociedade,
estimulando a desconfiança dos agentes econômicos e influenciando negativamente,
assim, os indicadores da economia e as perspectivas de crescimento do país.
Em relação a esta discussão, portanto, todos estão de
acordo que o momento atual e a conjuntura que o País atravessa hoje não têm
possibilitado um crescimento robusto e sustentável. Nessa direção, contudo,
vale dizer que, na apresentação da síntese da Carta de Conjuntura do IPEA, na terça-feira,
26 de março, no Rio de Janeiro, pelo coordenador da área, Fernando Ribeiro e
pelo diretor de Estudos e Políticas Macroeconômicas, Claudio Hamilton,
observou-se que, após o período de desaceleração econômica iniciado em 2010,
registrou-se melhora a partir do segundo trimestre de 2012. Destaca-se, nesta
melhora, o “mercado de trabalho aquecido, com uma taxa de desemprego de 5,4% em
janeiro deste ano, além do crescimento expressivo da população ocupada e da
população economicamente ativa (PEA)”. Explicando que a política econômica do
governo brasileiro tem como seus objetivos principais impulsionar o ritmo de
crescimento, combatendo o risco da inflação, mas procurando não comprometer o
bom momento do mercado de trabalho, Ribeiro comentou que (...) “a economia
encontra-se em um momento de recuperação gradual, moderada, porém importante.” Mesmo
com o delicado momento da economia mundial, especialmente com a continuidade
preocupante da crise na Europa, a manutenção da recuperação econômica requer
muita atenção e cuidado das autoridades econômicas, para não comprometer o
desafio de voltar a crescer sem recuar dos importantes avanços sociais e
econômicos dos últimos anos.
O documento “Indicadores de Desenvolvimento
Brasileiro”, coordenado pela Assessoria Econômica do Ministério do
Planejamento, Orçamento e Gestão sublinha os ganhos de uma década de
importantes transformações que “tornaram o Brasil uma referência mundial no combate
à pobreza e à desigualdade, com geração expressiva de empregos e aumento dos
salários”. Tendo ampliado o consumo interno e protegido a economia do país, quando
se entrou no contexto da profunda crise global de 2009, diferentemente dos
países ricos, não se interrompeu a ascensão social dos mais pobres, nem melhoras
consistentes em indicadores educacionais, de saúde e, particularmente, na
superação da extrema miséria de milhões de brasileiros.
De fato, saímos de patamares de inflação superiores a
20% ao ano em 2002 para 7,25% no final de 2012. O crédito passou de 25% para
50% do PIB, enquanto a dívida líquida do setor público passou de 60% para 35%
do PIB. A renda domiciliar média por pessoa cresceu, desde 2004, a uma taxa
média de 4,5% ao ano acima da inflação, passando, em valores atualizados, de R$
687 em 2003 para R$ 932, em 2011, crescendo mais nas regiões nordeste e centro
oeste e reduzindo as desigualdades regionais. A elevação da renda familiar
levou, sobretudo, à redução expressiva da população exposta à situação de
extrema pobreza no Brasil de 14% para 4,2% da população brasileira. Foram
criados 19 milhões de empregos formais, permitindo chegar ao número atual de 46
milhões de ocupações, sendo que a proporção dos trabalhadores com carteira assinada
passou de 32% da mão-de-obra para 42%. Mais recentemente, inclusive, o governo
da Presidente Dilma enfrentou e derrubou os juros da taxa Selic, que fomentavam
a especulação financeira.
Por isso tudo, é que só os relatos ruins acabam
distorcendo a realidade. Há sim boas notícias, como a continuidade das
transformações sociais. O programa Brasil Sem Miséria é um poderoso exemplo. Já
atende quase 14 milhões de famílias, que contam não só com as transferências de
renda do Programa Bolsa Família, mas cada vez mais com acesso a serviços e a
mecanismos de inclusão produtiva.
Numa pesquisa desenvolvida ao longo dos últimos cinco
anos, Walquiria Domingues Leão Rêgo, da Unicamp acompanhou, as mudanças na vida
de mais de cem mulheres, todas beneficiárias do Bolsa Família, nas áreas mais
isoladas do País, para ouvir da boca dessas mulheres como a vida delas havia
mudado depois da criação do programa. É espantoso como o Programa permitiu
ampliar a qualidade de vida e o amparo dessas famílias, com o protagonismo das
mulheres, muitas vezes chefes de família que antes mal tinham acesso ao mercado
de consumo, vivendo no limite da sobrevivência.
Outra pesquisa,
divulgada nesta semana vai ainda mais longe, e concluiu haver “evidências de
que o Programa Bolsa Família reduz a repetência de quem o recebe”. Os
pesquisadores Luis de Oliveira e Sergei Soares, do Instituto de Pesquisa
Econômica Aplicada (Ipea), estudaram
o Cadastro Único dos programas sociais e compararam as trajetórias educacionais
das crianças pertencentes a famílias com renda de até meio salário mínimo e
aquelas que estavam no Bolsa Família, que são as mais pobres dentre elas, e
observaram que estas tem 11% menores chances de repetir de ano. Outra variável
importante para o desempenho escolar detectada foi a escolaridade dos
responsáveis pelas crianças, indicando que aqueles que tinham pelo menos o
ensino fundamental, tem chance 32% menor de repetir. Ou seja, ao superar a
dimensão da transferência de renda e transformar-se em um programa de promoção
social e econômica mais abrangente, o Brasil sem Miséria passa a mudar a
realidade social de muitas regiões do País.
É claro que, com
as desigualdades acumuladas em toda a história, há muitas coisas a melhorar,
mas não se pode deixar de citar os avanços. No fundo, nossos problemas são
grandes demais para nos contentarmos com melhorias e avanços lentos e com
graves mazelas que precisam ser enfrentadas, especialmente muitas reformas que
depende do Congresso Nacional. Mas parece injusto quando, por causa de alguns interesses
econômicos contrariados, alguns analistas superdimensionam alguns problemas,
esquecem outros, e levam à opinião pública uma visão distorcida da realidade.
Visite o blog da pastoral fé e política http://pastoralfp.blogspot.com/ especialmente a seção Cidadania Ativa!!
*Professor da PUC-SP, colaborador da
Pastoral Fé e Política e da Escola de Governo de São Paulo.
Programa exibido na Rádio 9 de julho em 03/04/2013.
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Campanha da Fraternidade 2010,
Economia,
Pedro Aguerre,
Rádio 9 de julho
segunda-feira, 1 de abril de 2013
AROMAS

Sabiam ser a pedra bem pesada,
diziam: “Quem virá pra removê-la?”
Traziam em medida preparada
aromas... mas a pedra... para erguê-la...
No entanto foram lá, bem decididas:
um corpo para ungir – crucificado!...
... Perplexas, as certezas recolhidas,
nem têm o que levar como recado!
Nem mesmo Madalena o reconhece:
é a voz do jardineiro em seus ouvidos...
Mas logo há uma esperança que amanhece,
firmando certos ditos repetidos...
Não pode, não, não pode ter findado!
É brasa que lhe toca o coração
e acorda um novo tempo com agrado:
é Vida, é luz, é paz, ressurreição!
J. Thomaz Filho
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