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domingo, 20 de abril de 2014

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Dossiê sobre o Tráfico de Seres Humanos

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DOSSIÊ TRÁFICO DE PESSOAS

Autor: Pastoral Marista
Tema: Campanha da Fraternidade Tráfico de Pessoas


Assista, reflita, discuta, conheça para que possamos, como nos norteia o objetivo geral da CF 2014:

Identificar as práticas de tráfico humano em suas várias formas,
denunciar como violação da dignidade e da liberdade humana, 
mobilizar cristãos e a sociedade brasileira para 
erradicar esse mal, com vista ao resgate da vida dos filhos e filhas de Deus. 





quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Sábado Resistente (7/12) lança livro de memórias de Cid Benjamin

Sábado Resistente (7/12) debate memórias de Cid Benjamin

 

Obra autobiográfica do ex-militante do MR-8, que participou do sequestro do embaixador americano no Rio, em 1969, e viveu por nove anos no exílio até voltar ao Brasil com a anistia, será debatida pelo autor com o público no Memorial da Resistência de São Paulo.

Neste Sábado Resistente, teremos a oportunidade de conversar com o militante político Cid Benjamin, que acaba de lançar “Gracias a la Vida” – seu livro de memórias. 

Nascido no Recife em 1948, Cid é jornalista e professor universitário que reside no Rio de Janeiro. Ex-militante do MR-8, participou do sequestro do embaixador americano Charles Burke Elbrick, em setembro de 1969. Preso, foi libertado em 1970 em troca do embaixador alemão von Holleben, também sequestrado.  Cid viveu exilado na Argélia, na França, em Cuba e na Suécia, até voltar ao Brasil logo depois da anistia, em 1979.

Ao retornar, trabalhou em importantes jornais do país, como O Globo e Jornal do Brasil, e recebeu o Prêmio Esso de Jornalismo, com mais quatro colegas, por uma série de reportagens sobre a Guerrilha do Araguaia. Foi assessor da deputada federal Jandira Feghali, do PC do B, e da Presidência da OAB – Rio.

Em 2006, concorreu ao cargo de deputado estadual pelo PSOL do Rio de Janeiro, mas não se elegeu. Atualmente é professor de "Realidade Socioeconômica e Política" nas Faculdades Integradas Hélio Alonso, no Rio de Janeiro.
 
PROGRAMAÇÃO

Apresentação: Caroline Grassi Franco de Menezes  (Memorial da Resistência de São Paulo)
Coordenação: Ivan Seixas (Núcleo de Preservação da Memória Política)

Palestra de Cid Benjamim e debate com o público - 15h30 às 16h30

Lançamento do livro e autógrafos do autor - 16h30 às 17h30

Os Sábados Resistentes, promovidos pelo Memorial da Resistência de São Paulo e pelo Núcleo de Preservação da Memória Política, são um espaço de discussão entre militantes das causas libertárias, de ontem e de hoje, pesquisadores, estudantes e todos os interessados no debate sobre as lutas contra a repressão, em especial à resistência ao regime civil-militar implantado com o golpe de Estado de 1964. Os Sábados Resistentes têm como objetivo maior o aprofundamento dos conceitos de Liberdade, Igualdade e Democracia, fundamentais ao Ser Humano.
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Discussão sobre o tema da ditadura

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CF 2014 Encontro Arquidiocesano

ARQUIDIOCESE DE SÃO PAULO
EQUIPE ARQUIDIOCESANA DE CAMPANHA DA FRATERNIDADE
Pastorais: Migrantes, Menor, Mulher Marginalizada, Diversidade, Afro, Povo da Rua, Fé e Política, Carcerária, CLASP, Missão Paz, Cáritas e Secretariado de Pastoral.

 “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5,1)


Irmãs e irmãos,

A equipe arquidiocesana de Campanha da Fraternidade e as pastorais afins, fiéis ao objetivo de “identificar as práticas de tráfico humano em suas várias formas e denunciá-lo como violação da dignidade e da liberdade humana, mobilizando cristãos e a sociedade brasileira para erradicar esse mal, com vista ao resgate da vida dos filhos e filhas de Deus” e assumindo um de seus desafios: “identificar as causas e modalidades do tráfico humano e os rostos que sofrem com essa exploração”, está organizando o encontro de sensibilização dos agentes multiplicadores da CF de 2014 : Tráfico Humano e Fraternidade.

Data: 07 de dezembro de 2013, sábado
Horário: das 08h30 às 12h30

Local: Centro de Pastoral São José do Belém – Salão Dom Paulo
Av. Alvaro Ramos, 355 – MetrÃ? Belém

              Objetivos:
§  Contribuir para uma compreensão integral do tema do tráfico humano;
§  Subsidiar as ações dos agentes multiplicadores, com informações e ferramentas;
§  Apoiar a mobilização das comunidades para a vigilância e o enfrentamento.
Desde já agradecemos a disposição, na esperança de construirmos caminhos de superação deste mal que atinge tantas pessoas.

Fraternalmente,             


                        Equipe Arquidiocesana de CF;
 Pastorais: Migrantes, Menor, Mulher Marginalizada, Diversidade, Afro, Povo da Rua, Fé e Política, Carcerária;
 e Organismos eclesiais: CLASP, Missão Paz, Cáritas e Secretariado de Pastoral.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Pastoral Afro-brasileira divulga mensagem para marcar o Dia da Consciência Negra


Dia 20 de novembro é feriado em muitas cidades do País. A data faz memória a Zumbi dos Palmares, símbolo da resistência negra na luta pela libertação. Em 1978, o Movimento Negro Unificado Contra a Discriminação Racial batizou a data como o Dia Nacional da Consciência Negra em substituição ao 13 de Maio, que é considerado como o Dia das Raças. Posteriormente os poderes públicos abraçaram a ideia dando origem ao feriado. O Movimento propõe uma revisão da historiografia.
Para marcar o Dia da Consciência Negra, a Pastoral Afro-brasileira divulgou uma Mensagem. “A Pastoral Afro-brasileira, presente em todo o Brasil, celebra essa data, mas também está empenhada em enfrentar os desafios presentes no mundo. A Escravidão hoje atinge 29 milhões de trabalhadores em todo o mundo”, diz a carta. Confira a íntegra da Mensagem. 20 de novembro: Dia da Consciência Negra
Fonte: pom.org.br

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Lançamento da Agenda Latino-americana 2014

LANÇAMENTO DA AGENDA LATINO-AMERICANA 2014
TEMA: “LIBERDADE, LIBERDADE”
Dia 25 de outubro, 19hs, no Centro Pastoral São José do Belém, Rua Álvaro Ramos, 366, metrô
Belém.

Entidades homenageadas:
Centro de Direitos Humanos e Educação Popular de Campo Limpo
Movimento Passe Livre (MPL)
Movimento de Defesa do Favelado (MDF)
SPM – Serviço Pastoral dos Migrantes

Participe!!!!


Fonte: Fórum das Pastorais Sociais da Arquidiocese de São Paulo

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Parlamentares europeias ouvem denúncias de atingidos por Belo Monte

Os efeitos negativos da barragem de Belo Monte ecoaram na Europa e fizeram com que três deputadas do Partido Verde no Parlamento Europeu viessem ao Brasil conhecer mais sobre o tema. Após passar por Brasília e Belém no início da semana, nesta quinta-feira (11 de julho) elas estiveram presentes na cidade de Altamira (PA) e ouviram relatos dos atingidos pela barragem.
As deputadas Ulrike Lunacek (Áustria), Catherine Greze e Eva Joly (França) ouviram depoimentos de lideranças indígenas, pescadores, ribeirinhos, agricultores e moradores da cidade de Altamira, além de representantes de movimentos sociais como o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Movimento Xingu Vivo Para Sempre (MXPS) e Movimento de Mulheres do Campo e Cidade (MMCC).
A atividade possibilitou montar um quadro bastante amplo de violações de direitos, que passam por baixas indenizações, aumento da violência e da exclusão social, criminalização das lutas sociais, desrespeito aos indígenas, entre outros problemas. “Minha mãe foi expulsa da terra, jogada na cidade e hoje tem que alugar metade da casa, que é pequena, para sobreviver. Ela está com depressão, fazendo tratamento”, relatou Ormazete de Oliveira, filha de agricultores.
“Nosso objetivo é que sejam respeitados os direitos dos povos indígenas e que seja respeitado o meio ambiente. A Amazônia não é só do Brasil, é do mundo inteiro, porque as mudanças climáticas não tem fronteiras”, afirmou a francesa Eva Joly.
Claret Fernandes, do MAB, lembrou que o problema de Belo Monte está além da barragem, no modelo energético. “As empresas da Áustria, responsáveis pela turbina de Belo Monte, dizem que não tem responsabilidade sobre a obra, mas elas estão no país desde 1964 e participaram dos projetos da ditadura militar para o setor elétrico. Existe uma questão de fundo maior que é o projeto energético, analisar para quê e para quem é destinada a energia de Belo Monte.”
Paralisação e Força Nacional
Um grupo de cerca e 70 operários cruzou os braços na quarta-feira (10 de julho) no canteiro de obras de Belo Monte.  Segundo denúncias de trabalhadores, os manifestantes foram sumariamente demitidos, sufocando o movimento, que não teve apoio do sindicato que representa a categoria. Outros 200 teriam sido dispensados nessa quinta-feira para evitar movimentações semelhantes.
Os trabalhadores anunciam que paralisariam neste dia 10 há mais de um mês, devido ao corte das chamadas “horas entinas” (valor referente ao tempo de deslocamento entre a cidade de Altamira e os canteiros de obras, que chega a 20% do valor do salário em alguns casos e consome até 4 horas diárias).
Também nessa semana, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, decidiu prorrogar a permanência da Força Nacional de Segurança Pública dentro dos canteiros da usina.  A prorrogação será por mais 180 dias, conforme portaria publicada na terça-feira no Diário Oficial da União. De acordo com trabalhadores, a tensão é grande dentro dos canteiros para evitar novas paralisações.
A Força Nacional já está dentro dos canteiros de Belo Monte de maneira contínua desde março e foi elemento decisivo para o sufocamento de outro movimento grevista empreendido pelos trabalhadores no mês de abril, que chegou a durar 10 dias. Também em outros locais da Amazônia, nas barragens de Santo Antônio e Jirau, em Rondônia, e para viabilizar os estudos para o Complexo Hidrelétrico do Tapajós, no oeste do Pará, a Força Nacional foi autorizada manter um efetivo em meados de março deste ano.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Nota de D. Milton Kenan Jr. mediante a reportagem da Fundação Casa

São Paulo, 19 de agosto de 2013.
 
A todos os homens e mulheres de boa vontade da cidade de São Paulo
 
As imagens apresentadas, neste fim de semana, em nível nacional, pela Rede Globo, com cenas de espancamento de adolescentes na Unidade “João do Pulo”, do Complexo Vila Maria, da Fundação Casa, na cidade de São Paulo, causaram-
nos perplexidade.
 
Tais práticas fazem-nos relembrar os períodos sombrios da história da nossa Nação, quando a violação dos direitos humanos e o recurso à tortura foram utilizados como instrumento de punição e intimidação.
 
É importante ressaltar que, nestes últimos anos, não foram poucas as denúncias de maus-tratos, espancamento e ameaças aos adolescentes em algumas unidades da Fundação Casa, cujos protocolos na própria Fundação Casa, no Ministério Público, no DEIJ comprovam os fatos.
 
Não podemos negar que, após a publicação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), houve considerável evolução no tratamento dispensado à criança e ao adolescente. Entretanto, no que diz respeito ao adolescente em conflito com a Lei, há ainda um longo caminho a ser percorrido.
 
Diante desses fatos, é nossa esperança de que aqueles que adotam tais práticas sejam punidos com o rigor da Lei.
 
Um fator que deve ser considerado com particular atenção é o da superlotação das unidades da Fundação Casa, que as torna inadequadas para acolher e atender todos os internados. Não seria oportuno propor a qualificação das medidas socioeducativas em meio aberto?
 
Além das medidas preventivas, sugerimos a implantação de monitoramento através de câmeras em todas as unidades, devendo ser supervisionadas pelo Ministério Público, objetivando a garantia dos direitos dos funcionários e adolescentes em conflito com a Lei.
 
Seria também oportuno desvincular a Ouvidoria da Fundação Casa, que já existe, da própria Instituição, permitindo o acompanhamento da sociedade civil e mais transparência dos atos ali investigados.
 
Num momento em que toda a Igreja volta sua atenção para a juventude, é lamentável que fatos como esses que ocorreram nesta semana aconteçam.
 
Prevenir, amparar, educar são atitudes que garantem aos adolescentes e aos jovens um futuro melhor! A esperança não nos permite desistir! Anunciamos Jesus Cristo e denunciamos a intolerância e as injustiças, porque acreditamos que somente n’Ele e a partir d’Ele (Cristo) é possível uma cultura de paz. Como São Francisco de Assis, rezamos: “Senhor, fazei-nos instrumentos de vossa paz! Onde houver ódio, que eu leve o amor; onde houver ofensa que eu leve o perdão...”
 
Uma Nação que não cuida dos seus jovens está fadada a desaparecer.
 
Dom Milton Kenan Júnior
Bispo responsável pela Coordenação da Caridade,
Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo

terça-feira, 2 de julho de 2013

Comissões da Câmara Municipal e o Evangelho


Marilia Amaral*

                            Conforme prometemos, vamos começar a fazer a ligação dos assuntos tratados nas Comissões da Câmara Municipal com o Evangelho. Mais especificamente, vamos falar hoje sobre as crianças, mas como o Segundo Testamento é a concretização das promessas do Primeiro Testamento, não tem como dissociarmos o plano de Deus presente nesses dois Testamentos.
A primeira competência da Comissão Extraordinária Permanente de Defesa dos Direitos da Criança, do Adolescente e da Juventude é de:
·                    receber, avaliar e proceder investigações de denúncias relativas às ameaças ou violação aos direitos da criança e do adolescente.
Para saber quais são os direitos da criança e do adolescente, precisamos consultar o Estatuto da Criança e do Adolescente, que diz que este termo é aplicado às pessoas entre 12 e 18 anos de idade, e Criança é toda pessoa até 12 anos de idade incompletos.
No estatuto rege que tanto a criança, quanto o adolescente, gozam de “todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana” sem prejuízo da proteção que o Estatuto deve conferir a eles. A eles também são asseguradas, mas aqui, não sejamos hipócritas, porque deveriam ser asseguradas, mas não o são, “as oportunidades e facilidades, a fim de lhes facultar o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e de dignidade”.
Ora, deveriam chover denúncias, na Câmara Municipal relativas à violação mesmo a esses direitos garantidos pelo Estatuto. Mas a sociedade se cala, por desconhecimento, por falta de interesse, porque o Estado não se preocupa em politizar as pessoas, para que elas não reivindiquem por seus direitos.
Antes ainda de conhecermos como Deus se posiciona nesses assuntos, vejamos o quê diz os artigos 5° do Estatuto:
Art. 5° - “Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punido na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão, aos seus direitos fundamentais.”
É conhecida de todas e de todos os ouvintes a passagem do Êxodo que está no capítulo 1,8-22, quando o faraó ordena às parteiras que matem todos os meninos recém nascidos, com medo que o povo de Israel percebesse sua força, e viesse a lutar contra eles. O quê fazem essas parteiras? São ousadas, valentes e recusam-se a obedecer à Lei de Morte do Faraó. Arriscam-se porque temem a Deus.
Na Bíblia, vimos mulheres corajosas lutando por vida em abundância para todas as crianças. O Estatuto garante punição, na forma da lei, qualquer omissão aos direitos fundamentais das crianças. Diz ainda que nenhuma será vítima de negligência, mas eu pergunto a vocês: o quê o Estado tem feito pelas nossas crianças?
Ao mesmo tempo que o Poder Legislativo assegurou-lhes direitos, o Poder Executivo não faz valer tais garantias, porque o Legislativo não controla com a rigidez necessária.
Onde estão as parteiras de Israel na nossa sociedade?
Se cabe à Comissão Extraordinária Permanente receber, avaliar e proceder investigações de denúncias relativas às ameaças ou violação aos direitos da criança e do adolescente, por quê calamos nossa voz, porque uma das tantas reivindicações dos últimos tempos não foi fazer valer o Estatuto da Criança e do Adolescente, para que amanhã ou depois, nós e nossas famílias não sejamos vítimas da negligência do Estado, que gera violência?

Que nossos ouvidos, estejam sintonizados em Deus, para ouvirmos o clamor dessas crianças e lutarmos pela sua libertação.
*Membro da Pastoral Fé e Política da Arquidiocese de São Paulo.

Programa exibido da Rádio 9 de julho em 02/07/13

segunda-feira, 1 de julho de 2013

CURSO DE DEFESA POPULAR DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE


Estimados(as) Parceiros(as) do Sistema de Defesa Pública dos Direitos da Criança e do Adolescente,


É com muita alegria que o Núcleo Especializado da Infância e Juventude da Defensoria Pública de São Paulo, em parceria com a Escola da Defensoria Pública - EDEPE, informa abertura de inscrições para o CURSO DE DEFESA POPULAR DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE.


IMPORTANTE LER O REGULAMENTO!

O que é?
Curso de Defesa Popular da Criança e do Adolescente é uma iniciativa do Núcleo Especializado da Infância e Juventude da Defensoria Pública do Estado de São Paulo (NEIJ) com a parceria da Escola da Defensoria Pública (EDEPE). Visa formar sujeitos políticos que se constituam como lideranças locais capazes de atuar em três aspectos principais: na orientação para o acesso aos mecanismos de promoção, proteção e defesa dos direitos da infância e juventude; na identificação de situações que envolvam possíveis violações destes direitos, e na articulação e planejamento de políticas públicas de atenção ao segmento.

Para quem é?
O curso é gratuito e direcionado especialmente para pessoas e instituições que compõem o Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente (SGDCA), como: conselheiros tutelares; conselheiros de direitos; profissionais e gestores das políticas públicas, em particular da Assistência Social, Educação e Saúde; profissionais e gestores de organizações não-governamentais de atendimento à infância e adolescência e profissionais dos órgãos do sistema de justiça. Estudantes e interessados pelo tema são bem-vindos! 

Como é?
O curso tem carga horária prevista de 40 horas e será dividido em quatro módulos, que abordarão diferentes questões relativas aos direitos de crianças e adolescentes expostos no Estatuto da Criança e do Adolescente, conforme a programação que você pode consultar abaixo. Cada módulo do curso será composto por duas ou três aulas. Todas as aulas, de enfoque multidisciplinar, terão a presença de professores, juristas ou especialistas convidados reconhecidamente referenciais nas suas áreas de atuação e pesquisa.

Onde e quando?
As aulas ocorrerão no período vespertino, das 14 às 17 horas, às terças e quintas-feiras dos meses de agosto e setembro de 2013, no Auditório da Defensoria Pública do Estado de São Paulo, à Rua Boa Vista, nº 200, Centro – São Paulo.

Como participar?
Há 100 vagas disponíveis, total que corresponde à capacidade máxima de acomodação no local do evento. Você pode fazer sua inscrição entre os dias 25 de junho e 08 de julho. Ela deverá ser feita exclusivamente pelo e-mail defesapopular2013@gmail.com, após devido preenchimento e encaminhamento anexo da ficha de inscrição disponível no site do NEIJ. Não serão realizadas inscrições por telefone! Dada a alta procura pelos cursos promovidos pelo NEIJ em 2010, 2011 e 2012, havendo necessidade de seleção dos inscritos, esta se dará através da representatividade por município, instituição e participação anterior nos cursos promovidos pelo NEIJ, visando contemplar, deste modo, diversas pessoas e órgãos que atuam no SGDCA.O resultado final dos inscritos contemplados estará disponível no site do NEIJ na segunda quinzena de julho.
Importantes:
Àqueles que forem selecionados mas desistirem do curso, pedimos para que informem a desistência até o dia 30 de julho, para que outros candidatos possam utilizar a vaga disponível. Não haverá cadastro de reserva. Por questão de acomodação dos participantes ee para a unidade do curso, não será permitida, em nenhuma hipótese, a participação nas aulas na condição de ouvinte.
Apenas receberão o certificado do curso aqueles quecomparecerem a 80% (oitenta por cento) das aulas. Eventuais justificativas serão analisadas pela coordenação do curso individualmente.
Divulguem!




DIEGO VALE DE MEDEIROS e LEILA ROCHA SPONTON
DEFENSORES PÚBLICOS COORDENADORES 
Núcleo Especializado da Infância e Juventude da Defensoria Pública do Estado de São Paulo
"Gentileza Gera Gentileza"


terça-feira, 25 de junho de 2013

Movimento dos Atingidos por Barragens reforça parceria com Bispos do Brasil

Início



Foto: Assessoria de Imprensa CNBB
Nesta terça-feira (11), representantes do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) se reuniram com o secretário geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Leonardo Steiner, na sede da entidade, em Brasília.
No encontro, o MAB apresentou um panorama geral das reivindicações do movimento e relatos sobre a situação em algumas regiões. “Hoje estamos vivenciando diversos casos de violações aos direitos dos atingidos, como na construção da hidrelétrica de Belo Monte, onde há falta informação, desrespeito na consulta às populações e projetos de reassentamento aquém das necessidades básicas”, afirmou Antônio Claret, militante do MAB e missionário na Prelazia do Xingu.
Diante disso, os militantes apresentaram ao secretário geral o projeto de criação da Política Nacional de Direitos das Populações Atingidas (PNAB), que visa garantir uma segurança jurídica aos atingidos. “Não existe hoje nenhuma política que assegure os direitos dos atingidos, por isso estamos buscando a aprovação desta política até o nosso Encontro Nacional, onde esperamos contar com a presença e apoio da CNBB”, apontou Joceli Andrioli, da coordenação nacional do MAB.
Além de se prontificar em discutir dentro da CNBB sua participação no Encontro Nacional do MAB, que ocorrerá de 2 a 5 de setembro em São Paulo, o bispo Dom Leonardo também se comprometeu em entregar a carta elaborada pelo movimento ao Papa Francisco, em visita ao Brasil em julho, durante a Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro. “Queremos entregar ao Papa um relato das constantes violações dos direitos humanos que os atingidos vêm sofrendo”, explicou Joceli.
Para Evandro Nesello, da coordenação do MAB, a reunião foi importante para reforçar a parceira entre as organizações e a solidariedade da CNBB com a luta dos atingidos. “Lutamos pela mesma causa, ou seja, lutamos por um mundo melhor com menos desigualdade, e é por isso que precisamos unir forças e reafirmar esse diálogo”, apontou.
Rumo ao Encontro Nacional do MAB!

Água e energia com soberania

distribuição da riqueza,
e controle popular!


skype: mabsaopaulo
fone: (13) 3821 6038

(13) 9623 54 78 vivo


quinta-feira, 20 de junho de 2013

Fraternidade e Povos Indígenas

Filipe Thomaz*
        
Jesus Cristo nos mostrou que é preciso tratar a todos como irmãos, independente de origem, raça ou qualquer outra diferença. Devemos nos lembrar disso ao pensarmos na situação dos índios no Brasil. 
Assim como acontecia ao povo de Deus nos tempos em que a Bíblia foi escrita, os povos indígenas vem sendo injustiçados de muitas fomas. Frequentemente, esses desrespeitos ocorrem sob o pretexto da "necessidade" de crescimento econômico a qualquer custo.
Pensando em problemas como estes, a Igreja provoveu diversas Campanhas da Fraternidade sobre temas relacionados, por exemplo
2002: tema: "Fraternidade e Povos Indígenas"; lema: "Por uma terra sem males"
2011: tema: "Fraternidade e a Vida no Planeta"; lema: "A criação geme em dores de parto"

O desenvolvimento não é verdadeiro se beneficia uns e prejudica outros. Podemos ver publicado no site www.adital.com.br um artigo que mostra claramente a agressão a nossos irmãos. 

Belo Monte agrava desarticulação indígena. Entrevista especial com Rodolfo Salm 
"Trata-se da velha estratégia utilizada no Brasil há mais de 500 anos. Quando os portugueses chegaram aqui, não tinham poder de fogo para combater os índios, então, colocaram índio contra índio”, constata o biólogo. (fonte: http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=PT&cod=68351)

Nós, como verdadeiros cristãos não podemos aceitar que um povo que há séculos vive em harmonia com a natureza tenha seu espaço desrespeitado dessa forma. Temos a responsabilidade de denunciar e nos mobilizar contra as injustiças presentes na sociedade. 
Todos nós somos convidados a participar da construção de um mundo mais humano para todos. Jesus Cristo nos ensinou a tratar como irmãos todas as pessoas excluídas e nós, como verdadeiros cristãos, não podemos deixar de lado esses ensinamentos. O verdadeiro bem comum não pode excluir absolutamente ninguém.

*Membro da Pastoral Fé e Política da Arquidiocese de São Paulo.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Rede ConheSER convida para Fórum de Direitos Humanos

A Rede Social ConheSER realiza, no próximo dia 22 de junho, na Faculdade Zumbi dos Palmares, o Fórum de Direitos Humanos com o tema "Violência e Cultura de Paz".
A Associação Reciclázaro está entre as organizações que compõem a Rede e ocupará lugar na mesa de abertura, com a palestra do Pe. José Carlos Spinola sobre "População em Situação de Rua e Direitos Humanos".
Das 10:00 às 14:00 hs, o evento contará ainda com a Oficina de Comunicação Não Violenta, Teatro-Fórum seguido de debate sobre pedofilia, simulação de um caso de mediação de conflitos e cases de superação de violência.
A programação completa está sendo publicada no site: www.forumdhredeconheser.com
Universitários receberão certificados de participação ao final do evento.


Associação Reciclázaro
CEFOPEA / Ponto de Cultura
Avenida Ariston Azevedo, 10 - Belém
Fone: 2081-3673