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terça-feira, 3 de maio de 2016

Encontro com pré-candidatos à Prefeitura de São Paulo

Promovido por Rede Nossa São Paulo, Programa Cidades Sustentáveis e Atletas pelo Brasil, evento terá como temas o desenvolvimento sustentável e a ampliação da prática de esportes.
Por Airton Goes, da Rede Nossa São Paulo
Os principais pré-candidatos à Prefeitura de São Paulo nas eleições deste ano estão sendo convidados para participarem de um evento promovido pela Rede Nossa São Paulo, pelo Programa Cidades Sustentáveis e pela ONG Atletas pelo Brasil.
Marcado para o dia 23 de maio, o encontro terá como temas o desenvolvimento sustentável e a ampliação da prática de esportes na cidade.
Durante o evento, os pré-candidatos conhecerão o novo Guia GPS – Gestão Pública Sustentável, que já está adaptado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) aprovados pela ONU, e o Programa Cidades do Esporte.
Após as duas apresentações, os postulantes ao cargo de prefeito da capital paulista serão convidados a assinar duas cartas compromissos: uma do Programa Cidades Sustentáveis e outra do Programa Cidades do Esporte. Eles também poderão comentar os temas do encontro.
Desenvolvido pelo Programa Cidades Sustentáveis, o novo Guia GPS – Gestão Pública Sustentável incorpora e municipaliza os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). 
Os ODS – aprovados pela ONU em setembro do ano passado – reúnem 17 macro objetivos e 169 metas com o propósito de acabar com a pobreza até 2030 e promover universalmente a prosperidade econômica, o desenvolvimento social e a proteção ambiental.
Serviço:
Encontro com pré-candidatos à Prefeitura de São Paulo
Data: dia 23 e maio de 2016 (segunda-feira)
Horário: das 9h30 às 12h30
Local: CINESALA – Rua Fradique Coutinho, 361 – Pinheiros
O evento é aberto à participação de cidadãos e cidadãs. Para participar do encontro inscreva-se aqui
Sobre o Programa Cidades Sustentáveis
O Programa Cidades Sustentáveis conta com a adesão de quase 300 prefeituras brasileiras, sendo 22 capitais estaduais e o Distrito Federal.
O conteúdo do Guia GPS, a Plataforma Digital de Indicadores e o Banco de Boas Práticas estão à disposição de todas as candidaturas às prefeituras municipais que quiserem incorporar o Programa Cidades Sustentáveis e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável em suas futuras gestões. 
Sobre o Programa Cidades do Esporte
O Programa Cidades do Esporte acredita na importância da atuação dos governos municipais para o desenvolvimento e fortalecimento de políticas públicas de esporte, viabilizando a democratização do acesso ao esporte e contribuindo para a qualidade de vida da população. 
O programa, que atua nas 11 cidades-sede da Copa e Distrito Federal, comprometeu os candidatos a prefeito em 2012 com metas para o esporte. Desde então, vem monitorando anualmente, por meio da aplicação de uma matriz de indicadores, o avanço das políticas públicas destinadas a promover a atividade física e esportiva para a população.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013

Convidamos a conhecer o Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013, o banco de indicadores socioeconômicos online lançado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (IPEA) e pela Fundação João Pinheiro.
O site do Atlas Brasil 2013 já está no ar: www.atlasbrasil.org.br
O Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013 é um site de consulta online ao Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) e a mais de 180 indicadores socioeconômicos que apoiam sua análise. Com dados dos Censos Demográficos de 2010, 2000 e 1991, o Atlas traz informações de 5.565 municípios brasileiros.
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Relatório de Desenvolvimento Humano Nacional
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento | Brasil
National Human Development Report
United Nations Development Programme | Brazil
Setor de Embaixadas Norte, Qd 802, conjunto C, lt 17
Work +55 61 3038 9091

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Fraternidade para com as populações atingidas por hidrelétricas


Início
Filipe Thomaz*


A preservação do meio ambiente é responsabilidade, direito e necessidade de todos nós. A produção de eletricidade, é indispensável, mas, quando não são tomados os devidos cuidados, pode causar graves problemas aos ecossistemas e, também, a diversas comunidades que, há séculos, vivem em áreas próximas a usinas hidrelétricas. Tais comunidades são em geral pobres, e isso não pode, em  hipótese alguma ser motivo para que interesses econômicos as coloquem em segundo plano.
Alem disso todos nós devemos ficar atentos para não permitir que a energia elétrica se torne uma mercadoria objeto de lucros arbitrários, mas sim, um bem a serviço de todos. 
Pensando em assuntos como esses, e tendo em vista a opção preferencial pelos pobres, a Igreja já promoveu diversas Campanhas da Fraternidade com temas relacionados à necessidade de vivermos em harmonia com a natureza e com todas as comunidades do país. Alguns exemplos são: 
1986: tema: "Fraternidade e Terra" e lema: "Terra de Deus, Terra de irmãos" 
Fraternidade e Terra
2011: tema: "Fraternidade e a Vida no Planeta" e lema: "A criação geme em dores de parto"
  
 Podemos ver publicado no site www.adital.com.br um ótimo exemplo de como a população pode e deve cobrar das autoridades ações que visem promover o bem comum. No artigo Posição frente ao pacote de energia elétrica do governo do MAB Movimento dos Atingidos por Barragens Coletivo Nacional de Comunicação.
 
Para construirmos um país mais justo, é indispensável a participação popular.  É fundamental que o povo brasileiro acompanhe as ações do poder público para garantir que seus atos tenham como objetivo promover o bem comum. Os agentes políticos precisam exercer seus cargos tendo em vista os interesses da população. 
Nos tempos em que a Bíblia foi escrita, diversas vezes, o povo de Deus permaneceu unido em nome de Deus e conseguiu superar problemas que pareciam impossíveis de se resolver. É fundamental que todos nós permaneçamos unidos pelo Espírito Santo, e tenhamos a humildade para reconhecer que é segundo a vontade de Deus que podemos transformar o mundo em que vivemos.

*Membro da Pastoral Fé e Política.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Desenvolvimento sustentável



Filipe Thomaz* 

Frequentemente, interesses econômicos tem sido o motivo de muitas agressões ao meio ambiente. Isso é um problema grave que pode trazer consequências desastrosas principalmente para os mais pobres. 

Preocupada com a situação, a Igreja promoveu, em 2011 a Campanha da Fraternidade com o tema "Fraternidade e a Vida no Planeta"  e o lema "A criação geme em dores de parto". 

Atualmente, alguns governantes já começam a tomar providencias concretas para promover mais sustentabilidade. Podemos ver um exemplo claro neste artigo publicado pela Rede Nossa São Paulo. 

 "Metas para o desenvolvimento sustentável", artigo de Oded Grajew - Folha de S.Paulo

É preciso um novo modelo de metas e indicadores: na contabilidade do PIB, não medimos o esgotamento do nosso patrimônio ambiental

O atual modelo de desenvolvimento tem se mostrado totalmente insustentável.
Estamos esgotando os recursos naturais (já extraímos do planeta 50% a mais do que ele á capaz de repor), matando nossos rios e mares, poluindo o ar, estrangulando as vias de circulação, baixando a qualidade de vida nas cidades e aumentando a desigualdade social mundial.
A maioria dos cientistas e as evidências nos alertam que o aquecimento do planeta e as mudanças climáticas consequentes são uma real ameaça à sobrevivência da espécie humana.
Este modelo insustentável de desenvolvimento foi uma escolha de governos e sociedade que privilegiou o estabelecimento de indicadores econômicos e de metas de crescimento para a economia.
A avaliação de governos e países é feita prioritariamente pela variação do PIB, os números da bolsa e das moedas são anunciados a cada meia hora pelas rádios e TVs e a cada minuto pela internet.
Na contabilidade que acompanha o crescimento econômico, não medimos, por exemplo, a diminuição e o esgotamento do patrimônio ambiental que alimenta nossa vida.
Temos de definir um conjunto de indicadores baseados em outros princípios e valores que nos permitam ter a visão de um novo modelo de desenvolvimento e estabelecer metas que nos conduzam na direção de uma sociedade justa e sustentável. A escolha dos indicadores é fundamental, pois só podemos agir de forma consequente e cuidar daquilo que podemos conhecer e medir, até para agir preventivamente.
Uma série de iniciativas pode fazer do Brasil exemplo no estabelecimento de novos indicadores e metas para o desenvolvimento sustentável.
A Rede Nossa São Paulo criou o Irbem (Indicadores de Referência para o Bem Estar nos Municípios), um conjunto de indicadores de percepção que acompanha a qualidade de vida nos municípios.
Foi também em São Paulo que foi introduzida, na lei orgânica do município, a obrigatoriedade de todo prefeito apresentar um plano de metas para a sua gestão que contenha todas as promessas de campanha.
Todas as metas devem contemplar o desenvolvimento sustentável da cidade. Outras 27 cidades seguiram o exemplo e introduziram a mesma legislação, entre elas mais recentemente Rio e Belo Horizonte.
No final do ano passado, uma série de organizações lançou o programa Cidades Sustentáveis, que visa comprometer candidatos e futuros prefeitos a estabelecer um plano de metas baseado em um conjunto de indicadores prioritários para a sustentabilidade urbana.
Está em tramitação no Congresso Nacional uma proposta de emenda constitucional (PEC 52/2011) apresentada pela sociedade civil que compromete presidentes, governadores e prefeitos em todo o Brasil a apresentar um plano de metas para o desenvolvimento sustentável.
Ao aprovar essa emenda, se possível até a Rio+20, o Congresso Nacional terá dado uma enorme contribuição para o desenvolvimento sustentável do país. Maiores informações sobre essas iniciativas estão no site www.nossasaopaulo.org.br.
A escolha de indicadores e de metas a serem alcançadas é uma escolha política. É a escolha do modelo de desenvolvimento e da sociedade que queremos.
Para termos um desenvolvimento sustentável, que tenha como fundamento a construção de uma sociedade justa e que assegure qualidade de vida para todos, para a atual e as futuras gerações, é fundamental repensarmos nossas prioridades e redirecionarmos nossos olhares. Depende de todos nós e de cada um.
ODED GRAJEW, 67, empresário, é coordenador-geral da secretaria executiva da Rede Nossa São Paulo e presidente emérito do Instituto Ethos. É idealizador do Fórum Social Mundial e integrante do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES).


Isso, com certeza não resolve os problemas, mas mostra que os governantes vêm, cada vez mais, percebendo a necessidade de levar a sério a preservação do meio ambiente. 

A Igreja não pode se fechar somente à oração. São necessárias atitudes concretas com relação a problemas graves que afetam o bem comum.


*Membro da Pastoral Fé e Política

quinta-feira, 14 de março de 2013

Consulta Nacional Pós-2015 e Seguimento à Rio+20


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Secretaria-Geral da Presidência da República
Assessoria para Assuntos Internacionais
Brasília, 26 de fevereiro de 2013.
Prezada (o)s Senhora (e)s,
No contexto do seguimento da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (CNUDS), a Rio+20, e no que se refere ao debate em torno da construção de uma agenda de desenvolvimento pós-2015, a Secretaria-Geral da Presidência da República (SG/PR) tem buscado fomentar o processo de participação social acerca desse tema prioritário para o Brasil. Assim, a SG/PR, convidada pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), apoia a realização da Consulta Nacional Pós-2015 “O mundo que nós queremos”.
O processo consiste na realização de consulta à sociedade civil de cinquenta países selecionados com vistas à definição das prioridades e necessidades que devem ser contempladas na elaboração da Agenda de Desenvolvimento Pós-2015, data limite inicialmente prevista para que os países membros das Nações Unidas alcancem as metas traduzidas nos oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODMs).
As consultas estão sendo realizadas no período de janeiro a março de 2013 por meio de questionários, votações pela internet e reuniões in loco. O resultado dessas consultas comporá o relatório a ser apresentando pelo Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-Moon, aos líderes globais na próxima Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, a ser realizada em setembro de 2013.
Para participar, solicitamos a gentileza de responder, até o dia 25 de março, aos seguintes documentos:
1. Questionário Consultas Pós-2015
2. Pesquisa de opinião “Quais mudanças mais importantes precisam ser feitas no planeta?”, que consiste na indicação de seis das dezesseis opções oferecidas pela ONU ou ainda sugerir uma prioridade de mudança que não tenha sido citada. Disponível em www.myworld2015.org.
De modo a complementar o processo de consultas, recomendamos acessar igualmente os seguintes textos que tratam do tema debatido:
1.  Declaração final da Rio+20
2.  Declaração da Cúpula dos Povos
3.  Declaração da Kari-Oca II
4.  Relatório sobre a Rio+20
5.  Informação básica sobre Agenda de Desenvolvimento Pós-2015 e Seguimento à Rio+20 (processo de consultas)
Trata-se do primeiro passo de um contínuo processo de amplas consultas que a SG/PR pretende promover sobre o tema junto à sociedade brasileira. A discussão acerca da Agenda Pós-2015 e do seguimento à Rio+20 será aprofundada inicialmente em um Seminário, a ser realizado em abril de 2013, que poderá qualificar as discussões sobre o tema.
Outras informações podem ser acessadas em: http://www.secretariageral.gov.br/internacional/consultapos2015
Participe! Você tem a chance de fazer a diferença.
Cordialmente,
Assessoria Internacional
Gabinete
Secretaria-Geral da Presidência da República.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Primeira sessão plenária da Câmara Municipal de São Paulo


Marilia Amaral*

Fazendo uma pausa no estudo das atribuições da Mesa da Câmara Municipal, vamos acompanhar como foi a primeira sessão plenária, que ocorreu semana passada na Câmara.
Segundo informa o site do Legislativo municipal, essa sessão ocorreu na terça-feira, dia 5, e “contou com a presença do prefeito Fernando Haddad e de Edson Simões, presidente do Tribunal de Contas do Município (TCM)”.
A sessão iniciou por volta das 15h e, convidado pelo presidente da Casa, Simões falou sobre a “história do Parlamento paulistano e de sua importância para a cidade. Ele também defendeu a renegociação da dívida da cidade com a União, que tem sido discutida pelo prefeito com o Governo Federal”.
Pelo que ele disse, sabe-se que outros municípios brasileiros estão na mesma situação e a ideia é de que tal negociação sirva de exemplo para que eles também possam resolver seus problemas.
O prefeito, Fernando Haddad “afirmou que pretende cultivar uma relação de proximidade com o Legislativo.” Como ele mesmo disse, “A população espera ... transparência, entendimento e diálogo”. Outro assunto tratado foi o Plano Diretor da cidade, além de outros projetos que o prefeito pretende priorizar, como a criação de vagas em creches e a construção de 165 quilômetros de corredores de ônibus.
Segundo o vereador Arselino Tatto (PT), que foi nomeado líder do governo na Câmara, nenhum vereador deve se “opor a votar projetos que levem em conta interesses da população de São Paulo”.
E isso, com certeza, é o que esperamos. Que os interesses da população prevaleçam! Aliás, a supremacia do interesse público sobre o privado é um dos princípios da administração pública.
O vereador Floriano Pesaro, líder do PSDB — partido de oposição com a maior bancada —, definiu o papel da oposição como um acompanhamento do governo, uma fiscalização. Logo, sua fala vem de encontro que os partidos devem deixar suas vaidades de lado e representarem o povo que os elegeu.
De acordo está também o vereador Ari Friedenbach, líder do PPS, que “acredita que mesmo nas matérias discordantes os blocos precisam procurar soluções de consenso.” Ele diz ser dever da Câmara “aprovar toda proposta que for boa para a cidade”.
Lembro aqui, que o prefeito aderiu ao Programa Cidades Sustentáveis, proposto pela Rede Nossa São Paulo. Esse programa tem metas nas áreas econômicas, social, ambiental, cultural e de governança que estão baseadas em exemplos internacionais que deram certo e que podem ser implementadas no país, conforme informa a Agência Brasil.
Estamos estudando, na Doutrina Social da Igreja a forma de democracia participativa. Participar da Rede Nossa São Paulo em qualquer dos seus eixos de atuação,  é uma maneira de realizarmos esse ideal de democracia.
*Membro da Pastoral Fé e Política da Arquidiocese de São Paulo.

Programa exibido da Rádio 9 de julho em 12/02/2013.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Conheça o projeto "Que SP Vc Quer?"



"Já mandou sua ideia para melhorar SP?" - O Estado de S.Paulo

Lançado no dia 22, projeto Que SP VC Quer? já recebeu mais de 2,2 mil sugestões de paulistanos anônimos e famosos para a cidade
Em duas semanas no ar, o projeto Que SP VC Quer? já recebeu mais de 2,2 mil ideias para melhorar a cidade. Você já mandou a sua? Para participar, basta acessar www.quesaopaulovocequer.com.br. Além de escrever sua sugestão, é possível ver o que pensam paulistanos famosos e anônimos. E votar em suas propostas. As ideias mais bem avaliadas pelo público e por especialistas serão publicadas no dia 25, no caderno especial de aniversário dos 459 anos de São Paulo.
Parceria do Estado com o Ibope Conecta, o projeto ganhou apoio de instituições como a Rede Nossa São Paulo, a seção paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP) e a Academia Paulista de Letras (APL). Participantes poderão sugerir ideias até o dia 25. Mas apenas as propostas postadas até o dia 15 poderão ser selecionadas para o caderno especial.
Segundo Franco Romanini, diretor do Ibope Conecta, os temas mais abordados até agora tratam de mobilidade urbana, principalmente metrô e bicicleta. Em seguida, estão sugestões para despoluição e revitalização do Rio Tietê. Mas é possível sugerir propostas sobre qualquer assunto envolvendo a cidade: de uma nova praça para seu bairro a uma ideia inédita para recuperar grandes áreas degradadas.
Para ajudar a selecionar as melhores ideias, um júri composto por especialistas de diferentes áreas vai avaliar os dez projetos mais bem votados pelo público em cada uma das 12 categorias. Elas incluem, além de mobilidade e poluição, temas como barulho, saúde, cultura e lazer.
É importante que, além de propor suas ideias, o participante preencha um rápido cadastro e escreva seu e-mail para que possa ser contatado caso seu projeto seja um dos selecionados pelo público e pelos jurados.
Além de descobrir as prioridades dos paulistanos, o objetivo do projeto é contribuir com um banco de ideias que poderá ser usado por gestores públicos e pela sociedade civil no ano em que, além de ter um novo prefeito, a cidade deve ganhar outro Plano de Metas e os 55 vereadores terão de discutir um novo Plano Diretor”.

Obrigada pela atenção,

Abs,
Andrea R. Laurenti Magri
Secretaria Executiva da Rede Nossa São Paulo

Missão: mobilizar diversos segmentos da sociedade para, em parceria com instituições públicas e privadas, construir e se comprometer com uma agenda e um conjunto de metas, articular e promover ações, visando uma cidade de São Paulo justa e sustentável.
Imprima somente se necessário.

 Acompanhe a Rede Nossa São Paulo e o Programa Cidades Sustentáveis nas mídias sociais!

Reunião da Coalizão por um Brasil Livre de Usinas Nucleares – 10/01/2013


A Coalizão por um Brasil Livre de Usinas Nucleares se reunirá no dia 10 de janeiro, quinta-feira, às 9h30, na Ação Educativa (Rua General Jardim, 660, 2º andar, Vila Buarque, São Paulo). A reunião terá como pauta a análise das respostas recebidas dos órgãos públicos sobre a situação da segurança das usinas e depósitos radioativos que utilizam a energia nuclear no Brasil. Discutiremos também questões organizativas para o avanço da luta antinuclear.

Aproveitem a oportunidade para visitar o site http://www.brasilcontrausinanuclear.com.br, que vem sendo atualizado com maior frequência, e mandem-nos as notícias e textos que julguem útil divulgar.

P.S.:As respostas recebidas dos órgãos públicos estão também no site da Coalizão (aba Ações em Curso).

Atenciosamente,
LuísCarlos Miyazawa
Coalizãopor um Brasil Livre de Usinas Nucleares

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

A importância política das cidades e das novas gestões municipais, a guinada da agenda política com Haddad em São Paulo e o Plano de Metas


Pedro Aguerre*
No último comentário de 2012, ao fazermos um breve balanço de avanços e conquistas sociais e econômicas no Brasil, identificamos um aspecto bastante importante do período que se encerra. Embora o crescimento econômico no Brasil não tenha sido expressivo, frustrando expectativas e retardando investimentos fundamentais para o País, os ganhos sociais se mantiveram em ritmo intenso seja no plano da redução da pobreza extrema e da miséria, seja no plano da melhoria das condições de vida nos estratos intermediários da sociedade. A ampliação da capacidade de consumo geral e a melhoria em diversos indicadores sociais, como, por exemplo, os baixos índices de desemprego, contribuíram para a sensação de otimismo e confiança da população quanto a seu futuro e ao futuro do País.  Com isto, observou-se uma pequena mas muito bem vinda diminuição da desigualdade social e econômica no País, que é certamente um dos maiores problemas estruturais, levando, por consequência, a uma redução das assimetrias entre diferentes regiões no país.
Pautado por uma agenda política complexa e conturbada, o ano político foi também o último ano das gestões municipais iniciadas em 2008, com todo o processo das eleições municipais, a partir do meio do ano. Assim, a temática das condições de vida nas cidades e sua crescente importância política enquanto lugares de vida da população e como lugar do exercício da cidadania e da participação ativa e direta, assumiu um lugar importante na agenda política.

Eleição ainda caracterizada por uma legislação arcaica que facilitou a ação do poder econômico, ela, contudo, permitiu também a afirmação de bandeiras e lutas sociais, com diversas mobilizações relevantes para a ampliação da consciência política da sociedade, como, por exemplo, a maior institucionalização e efetividade da Lei da Ficha Limpa e os avanços no combate à corrupção eleitoral. Outra expressão dessa mobilização no pleito foi o Programa Cidades Sustentáveis, originado na Rede Nossa São Paulo, que tornou-se tema central na campanha, tendo sido apresentado aos candidatos a prefeitos de todas as cidades do País, e que teve o expressivo resultado da adesão por nada menos que 555 candidatos. Com isso, o saldo final é que esse Programa tem o compromisso de sua efetiva adoção por 191 prefeitos eleitos em outubro, incluindo o novo prefeito de São Paulo, os quais se comprometeram a incorporar em suas plataformas de governo as metas estabelecidas no Programa Cidades Sustentáveis, nas áreas econômica, social, ambiental, cultural e de governança. Assim, atingiu-se o objetivo de trazer a questão da sustentabilidade para o topo da agenda dos partidos políticos e candidatos. Esta luta se soma a outra, que é da luta pela institucionalização do Plano de Metas como ferramenta de gestão que permita traduzir as promessas eleitorais em metas verificáveis, para acompanhamento e controle pela população.
Muitas análises de especialistas afirmam idéias como a de que se o século XX foi o século do Estado-nação, do foco nos países, tendo tido o desenvolvimentismo como a grande referência da organização política da vida social, com economias desenvolvidas ou subdesenvolvidas e o desafio da modernização de sociedades rurais e tradicionais, o século XXI será o século das cidades.
De fato, atualmente a vida das populações se organiza predominantemente em sistemas de cidades, com mais da metade dos habitantes morando em áreas metropolitanas e cerca de um terço em cidades médias e pequenas, restando não mais que um quarto dos habitantes no meio rural.
Assim, os níveis de qualidade de vida passam a se definir pela qualidade da infraestrutura urbana, inclusive ambiental, envolvendo desde o saneamento e a moradia até o acesso à saúde e à educação. Temas como segurança e mobilidade, e o acesso à cultura e ao lazer, tornam-se aspectos centrais que permitem a uma população cada vez mais integrada a um mercado de trabalho moderno viver com dignidade e melhorando suas condições a cada nova geração. A assistência social aos mais vulneráveis e a luta contra as desigualdades dentro das cidades, assim, assumem importância central na garantia pela dignidade e pelos direitos humanos.
Desta forma, a gestão política das cidades, que é onde se concentram e se manifestam as lutas e conflitos sociais, ganha uma nova importância tornando a sua gestão um dos grandes desafios contemporâneos, sugerindo uma governança descentralizada e o fortalecimento dos mecanismos de participação popular. Portanto, nosso primeiro comentário deste início de 2013 enfoca as novas gestões municipais, que se constituem no grande elemento novo no cenário político nacional.
Neste contexto, tivemos oportunidade de, após a eleição, analisar os resultados eleitorais, mostrando como o sentimento de desejo de mudança se sobrepôs à continuidade, no Brasil como um todo, levando a um mosaico político mais diversificado. Assim, os primeiros dias de janeiro são marcados por esta realidade, seja dos novos prefeitos das capitais de Estado, de grande relevância política, seja dos prefeitos das cidades mais populosas ou economicamente desenvolvidas, ou das milhares de cidades pequenas país afora.
Em São Paulo a cerimônia de posse na Câmara Municipal foi de Fernando Haddad e da vice-prefeita Nádia Campeão, bem como de 52 dos 55 vereadores eleitos em outubro passado. No discurso feito após a leitura do juramento e a assinatura do termo de posse, afirmou o respeito ao poder legislativo e a grande importância dos vereadores, independentemente de sua condição de situação ou oposição, para os destinos da cidade. Entre as prioridades, destacou a importância de se votar um conjunto de leis que promova e avance na direção de uma reforma urbana. Após a solenidade de posse foi aberta sessão plenária para eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal para o ano de 2013, fundamental para a definição política da nova legislatura, tendo sido vencida pelo vereador José Américo, do PT, mantendo a tradição da proporcionalidade, uma vez que esse partido possui a maior bancada, com 11 vereadores eleitos.
Logo depois, já na sede da prefeitura, no Edifício Matarazzo, foi feita a transmissão do cargo, pelo antigo prefeito e sua equipe para a nova gestão, reunindo autoridades civis, militares, eclesiásticas, políticas e público em geral. Foi uma cerimônia prestigiada por ministros de Estado e pelo Governador de São Paulo. Participaram também o cardeal D. Odilo Scherer bem como outras autoridades religiosas e representantes da sociedade civil.
No seu discurso de posse, Haddad definiu como seu foco de atuação o combate à miséria e a renegociação da dívida da cidade com a União: “Não é possível conviver por mais tempo com tanta desigualdade, com tanto descaso, com tantas mazelas”, acrescentando que “temos que lutar todos os dias deste mandato contra a miséria da cidade”. Enfatizou a importância de parcerias público-privadas e público-públicas, destacando as políticas federais de erradicação da pobreza: “vamos identificar as pessoas, vamos fazer uma busca ativa, vamos reconhecê-las. Vamos interagir com o governo do estado, com o governo federal. Vamos equacionar esse problema. Vamos dar o exemplo de como o programa federal de erradicação da miséria pode apresentar o seu primeiro resultado pleno na cidade mais rica do país”, pontuou o prefeito, enfatizando a importância de se ter uma visão baseada na solidariedade para enfrentar os problemas da cidade.
Terminamos nosso comentário informando do lançamento de nova pesquisa sobre a percepção dos paulistanos sobre a qualidade de vida e dos serviços públicos na capital paulista, no próximo dia 17 de janeiro pela Rede Nossa São Paulo. Durante o evento, os Grupos de Trabalho (GTs) que integram a Rede irão entregar propostas para o futuro Plano de Metas da prefeitura, com sugestões baseadas nas demandas da sociedade civil e no plano de governo de Fernando Haddad, o qual já confirmou presença na atividade. A referida pesquisa, intitulada IRBEM, a ser apresentada no evento, aborda 25 temas, alguns com aspectos subjetivos como sexualidade, espiritualidade, aparência, consumo e lazer e outros que tratam de condições mais objetivas de vida, como saúde, educação, meio ambiente, habitação e trabalho. O levantamento vai trazer também, pelo sexto ano consecutivo, o nível de confiança da população nas instituições (Prefeitura, Câmara Municipal, Polícia Militar, Poder Judiciário, etc.) e a avaliação dos serviços públicos. Tempo de espera por consultas médicas (nos sistemas público e privado) e tempo de espera nos pontos de ônibus são algumas das perguntas que compõem a pesquisa. Insumos mais do que relevantes para a construção de uma gestão municipal profissionalizada e comprometida com o equacionamento de urgentes demandas sociais que se avolumam há tantos anos.
Visite o blog da pastoral fé e política http://pastoralfp.blogspot.com/ especialmente a seção Cidadania Ativa!!
*Professor da PUC-SP, colaborador da Pastoral Fé e Política e da Escola de Governo de São Paulo.
Programa exibido na Rádio 9 de Julho em 02/01/2013.


terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Lançamento da nova pesquisa de percepção dos paulistanos e Indicadores de Referência de Bem-Estar no Município




Prezad@s,
A Rede Nossa São Paulo apresentará no próximo dia 17 de janeiro de 2013, às 10h, no Teatro Anchieta no SESC Consolação - uma semana antes do aniversário da cidade - os resultados da sexta edição da pesquisa encomendada ao Ibope com a percepção dos paulistanos sobre a cidade, que inclui a quarta edição do IRBEM (Indicadores de Referência de Bem-Estar no Município).
O IRBEM, ao abordar vinte e cinco temas que os moradores da capital paulista consideram importantes, tanto em seus aspectos subjetivos, quanto nos temas que tratam das condições objetivas da vida; revela o nível de satisfação dos paulistanos em relação à sua qualidade de vida e bem-estar na cidade.
O levantamento vai trazer também, pelo sexto ano consecutivo, o nível de confiança da população nas instituições públicas e a avaliação do poder público e dos serviços por ele oferecidos. 
O prefeito eleito da capital paulista, Fernando Haddad, confirmou sua presença no evento.


Serviço:
Lançamento da nova pesquisa de percepção dos paulistanos e IRBEM
Data: dia 17 de janeiro de 2013
Horário: 10 horas
Local: Teatro Anchieta, no SESC Consolação
Endereço: Rua Dr. Vila Nova, 245 – Vila Buarque – São Paulo
Inscrições pelo e-mail:  
andrea@isps.org.br.

Obrigada pela atenção, e
Contamos com sua participação!

Secretaria Executiva da Rede Nossa São Paulo

Missão: mobilizar diversos segmentos da sociedade para, em parceria com instituições públicas e privadas, construir e se comprometer com uma agenda e um conjunto de metas, articular e promover ações, visando uma cidade de São Paulo justa e sustentável.

Acompanhe a Rede Nossa São Paulo e o Programa Cidades Sustentáveis nas mídias sociais!

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Feira da Agricultura Limpa - Zona Leste


Feira da Agricultura Limpa, na zona leste da cidade, tem novo endereço
A partir do próximo sábado a feira passa a acontecer aos sábados, das 7 às 12h no Parque do Carmo. A comercialização de produtos sem defensivos químicos, incentiva a sustentabilidade de pequenos agricultores, e garante alimento saudável a preço justo.
 
A feira da Agricultura Limpa da Zona Leste tem novo endereço a partir de sábado, 10/11. O novo local é o Parque do Carmo, na Av. Afonso de Sampaio e Souza, 951, Itaquera. O horário de comercialização é das 7 às 12h. 
Criada há um ano pela Secretaria de Coordenação de Subprefeituras, através da Supervisão Geral de Abastecimento (Abast), em parceria com a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, a 2° Feira da Agricultura Limpa acontecia na R. Mariado Val Penteado, em São Mateus. 
Todos os produtos comercializados não possuem defensivos químicos agressivos, e são produzidos na cidade de São Paulo. Outro parque da cidade na zona sul, o Burle Marx, também possui uma feira onde é possível comprar alimentos e produtos produzidos da mesma forma.
A feira terá cinco barracas, de produtores locais e da Associação de Produtores Orgânicos da Zona Leste. Os consumidores poderão encontrar produtos, como Abobora; Abobrinha; Berinjela; Beterraba; Cenoura; Chuchu; Couve-Flor; Jiló; Mandioquinha;Pimentão; Rabanete; Tomate; Acelga; Alface; Almeirão; Brócolis; Couve;Escarola; Espinafre; Alho; Cebola; Alho Poro; Batata; Batata-doce; Mandioca;Cebolinha; Coentro; Louro; Salsinha. Frutas também poderão ser encontradas.Haverá comercialização de Banana; Goiaba; Laranja; Limão; Manga; Morango;Tangerina. Mudas de plantas medicinais e ervas como Balsamo; Capim-santo;Hortelã e Poejo também serão vendidas na feira. 
A ação dá oportunidade para os agricultores locais comercializarem seus produtos diretamente aos consumidores, evitando assim o superfaturamento dos produtos cultivados pelos próprios agricultores. Com essa dinâmica, a Feira da Agricultura Limpa incentiva os pequenos produtores locais, comercializando os produtos com valores justos. O cultivo dos produtos é acompanhado por técnicos do Programa Agricultura Limpo, ligado ao Departamento de Agricultura e Abastecimento da Supervisão (Abast).
 
Programa Agricultura Limpa
O Programa Agricultura Limpa foi criado em 2010 para incentivar a produção agrícola no município de São Paulo e orientar a conversão da agricultura convencional em agricultura orgânica, sem utilização de agrotóxicos ou produtos químicos. Ainda no mês de setembro do mesmo ano, foi criado através de decreto municipal, o Protocolo de Boas Práticas Agrícolas, documento construído em parceria com o Governo do Estado, que dispõe de regras para produção sem geração de danos ao meio ambiente.
Atualmente a Supervisão de Abastecimento possui um cadastro com mais de 400 produtores agrícolas na cidade. Na Zona Sul, muitos deles já possuem a certificação de produtores orgânicos, emitida pelo Ministério da Agricultura.
 
Casas Da Agricultura
Para realizar o trabalho de assistência aos produtores existem as Casas de Agricultura Ecológica – CAE. Instaladas próximo às áreas produtivas da cidade, possuem técnicos especializados para orientar os agricultores sobre práticas e técnicas de cultivo, desenvolvimento dos sistemas agrícolas e comercialização da produção.
Além da prestação de serviço nas unidades das Zonas Sul, Leste e Norte, os profissionais das Casas de Agricultura realizam também visitas individuais nas propriedades, para identificação de pragas e doenças, análise do solo,identificação de problemas nutricionais e correção da adubação e recuperação da mata ciliar.
 
SERVIÇO
FEIRA DA AGRICULTURA LIMPA DA ZONA LESTE
Data: a partir de 10.11.12 Sábado
Horário: 7 às 12h
Local: Parque do Carmo - Av.Afonso de Sampaio e Souza, 951, Itaquera