segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Doutrina Social da Igreja - Democracia Participativa


Marilia Amaral*
Prosseguindo nossa jornada nas trilhas da Doutrina Social da Igreja, e mais especificamente da Democracia Participativa, vamos dar continuidade à leitura do documento Exigências Éticas da Ordem Democrática que iniciamos na semana passada.
O número 66 falava da liberdade de participação nos assuntos econômicos, políticos, culturais e sociais de toda a sociedade.
Hoje veremos que, embora livres, temos um compromisso, uma responsabilidade, eu diria, cristã para fazer cumprir, para efetivar a democracia na nossa nação, na nossa sociedade. Ouçamos o que diz os números 70 e 72 deste documento:
“Por outro lado, a construção da democracia é a criação das condições necessárias para que os homens, como cidadãos, rompam o isolamento e sua desagregação social e ocupem o espaço público, através da discussão, da negociação, do diálogo e da decisão (EEOD, n. 70).”
Percebemos assim, que para que possamos construir realmente uma democracia, um Estado Democrático de Direito, como diz o caput do artigo 1º da nossa Constituição, precisamos que sejam oferecidas condições para ocuparmos o espaço público.
Essas condições já são oferecidas, pelo menos aqui em São Paulo, por meio das audiências públicas, da eleição dos representantes da sociedade civil no Conselho Consultivo no Programa de Metas, entre outros programas. Obviamente precisamos fazer mais, porque nem toda a sociedade tem consciência dessa necessidade de participação, de ocupação do espaço público.
Mas, o que eu gostaria de chamar a atenção de vocês é para o número seguinte, o número 72, que diz:
“A existência de milhões de empobrecidos é a negação radical da ordem democrática. A situação em que vivem os pobres é critério para medir a bondade, a justiça, a moralidade, enfim, a efetivação da ordem democrática. Os pobres são os juízes da vida democrática de uma nação (EEOD, n. 72).”
Vocês conseguem entender a necessidade da nossa participação. A Igreja nos mostra uma dimensão que vai além da simples participação por ideal, que tem a ver com compromisso da construção do Reino de Deus, da garantia da justiça. Como podemos afirmar a existência de um sistema democrático frente a verdade, aí sim, que é a existência de milhões de empobrecidos?
Para os que se omitem politicamente, a Bíblia denuncia várias vezes: “por vossa causa o nome de Deus é blasfemado entre as nações”. Essa citação pode ser encontrada em Is 52, 5. Ez 36, 20-22. Rm 2,24; Tg 2,7. 2Pd 2,2.
Jon Sobrino ainda afirma que é “desumanizante a insensibilidade diante do mero fato da coexistência de ricos e pobres” e relembra as palavras de Ignacio Ellacuría: “A Somália é como um espelho invertido no qual o primeiro mundo se vê em sua verdade. São as fezes que aparecem na copro-análise desse primeiro mundo”.
*Membro da Pastoral Fé e Política da Arquidiocese de São Paulo.
Programa exibido da Rádio 9 de julho em 28/01/2013.

Mesa-redonda: “Saúde para todos!”


CF 1981 e CF 2012

Dia: 09 de março de 2013, sábado
Horário: das 09 horas às 12h30
Local: Casa de Oração do Povo da Rua
Rua Djalma Dutra, 03 – Metrô Luz
Coordenação: Maria Helena Lima de Freitas
Palestrantes:
·         Abertura: Myrian Girardi (CLASP)
·         Jorge Kayano, médico sanitarista e assessor Instituto Pólis
·         Carlos Neder, deputado estadual
·         Fred (Frederico) Soares de Lima, ex-presidente da executiva do Conselho Municipal de Saúde e membro do Movimento de Saúde da Zona Leste
·         Padre Edson Jorge Faltrinmembro da Pastoral da Saúde da Região Episcopal Brasilândia

Propostas de encaminhamento:
·         Coleta de assinatura para o Projeto de Lei de Iniciativa Popular para os 10% do orçamento da união no SUS;
·         Participação nos fóruns regionais e municipal de Saúde;
·         Presença efetiva nos conselhos gestores das unidades de Saúde;
·         Com a comunidade acompanhar e exigir qualidade no serviço público de saúde junto às autoridades responsáveis.

INSCRIÇÕES E INFORMAÇÕES:
Tel.: (11) 2577 5948, das 09 h às 13 horas (com Tatiana no Instituto São Paulo de Cidadania e Política)
Contribuição: R$ 10,00
(coffe-break, materiais, espaço e certificado de 04 horas)

Saúde Pública: direito de todos, dever do Município, Estado e União!

CONSELHO DE LEIGOS DA ARQUIDIOCESE DE SÃO PAULO
Comissão de Formação e Teologia - CLASP
Instituto São Paulo de Cidadania e Política
Rede Jubileu Brasil

Curso CF 2013 - Irmãs Paulinas


Convite: Campanha da Fraternidade 2013: Fraternidade e juventude.
Dias: 27 e 28 de fevereiro de 2013
Horário: 19h30 às 22h
Local: Auditório da Paulinas Livraria – Rua Domingos de Morais, 678 – Vila Mariana Participantes: jovens e agentes de pastoral do Setor Paraíso e Região Sé, da Arquidiocese de São Paulo e pessoas interessadas no assunto.
Programação:
Dia 27/02 – 4ª feira
Exposição do Tema:
Fraternidade e juventude 2013: partes do Ver e Julgar do texto base da campanha
Assessor: Padre Rodrigo Thomaz – Assessor do Setor Juventude na Região Episcopal Belém

Dia 28/02  - 5ª feira
Fraternidade e juventude 2013: O agir pastoral – o que fazer no campo da ação evangelizadora com os jovens – destaque pastoral da Região Sé.
Depoimentos de jovens: Jovens evangelizando jovens
- Pelos Movimentos Eclesiais: Wescley Tamirana
- Pelas Novas Comunidades: Patrícia Lúcio e João Júnior
- Pela Pastoral da Juventude: Kamila Gomes
Luciano de Azevedo Farias Ferreira: sobre JMJ 2013 e Semana Missionária
Alexandre – Pastoral da Juventude – Experiência de grupo jovem paroquial
Janaína Pazzotti – Pastoral da Juventude – Experiência da Região Sé


Inscrições e informações:
Paulinas Livraria – Rua Domingos de Morais, 660 – Vila Mariana
Tel.: (11) 5081-9330

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Inclusão digital e juventude


Márcia Castro*

A Campanha da Fraternidade deste ano deseja mobilizar a Igreja e os diversos segmentos da sociedade, a se solidarizarem com os jovens. Mas o que é ser solidário com os jovens? Eles não querem que sejam dadas as instruções do que fazer ou de como fazer. Muito menos eles querem que nós o convidemos apenas para se fazer presentes na CF. Eles querem mais, querem participar, ser ouvidos e querem nos ouvir. Querem partilhar conosco suas alegrias e também aquilo que os tem angustiado.

Vamos abrir espaço ao diálogo! Na juventude temos todas as faces da sociedade: os pobres, os negros, os excluídos do sistema de educação, os dependentes químicos, aqueles que não tem terra, os deficientes e assim por diante. Pela sua pouca idade e pouca experiência, eles tem muita dificuldade de acesso ao primeiro emprego.   

Esta campanha nos chama a todos, não apenas aos jovens a promover ações em vista da juventude. Isso começa em casa, com atenção e espaço para os jovens da nossa família. Mas se os jovens da nossa família estão bem, como estão os jovens da nossa comunidade? Quero chamar a atenção para o fato de que dar apoio é fazer com eles, fazer junto, somar nossa experiência com a experiência deles em vista do bem maior, para todos. Vamos oferecer espaços para que compreendam sua força de transformação e comunicação. Sua facilidade de utilizar as redes sociais e fazer isso com a ética cristã na busca por uma sociedade que proporcione vida em plenitude.

Hoje a participação envolve a interação pelos meios digitais, então é preciso aumentar o acesso dos jovens ao seu próprio computador e à internet. Precisamos garantir o direito de acesso à tecnologia moderna. O número de excluídos digitais é alarmante! Mas o que é quer dizer excluído digital? São os milhões (entre estes os jovens) que nunca tiveram contato com o computador e com a internet.

Dados da Fundação Getúlio Vargas apontam que 75% da população que possui computador e acesso à internet vive nos Estados mais ricos e no Distrito Federal, porém entre os mais pobres esse número cai para uma média de 2%. Nas estatísticas entram ainda aqueles que acessam a internet a partir de lan houses, aqueles estabelecimentos que permitem o uso do computador e da rede através do pagamento de uma taxa por hora. Uma grande parte dos jovens não tem condições para este uso e portanto encontram-se na Exclusão digital. Estão excluídos do direito de uso da internet e isso está ligado à classe econômica. Na classe A 90% dos domicílios tem acesso à internet; na classe B, 65%; na classe C, 24%; nas classes D e E, apenas 3%. A % de domicílios com acesso à internet na área urbana é 31%, mas na rural, somente 6%. São necessárias políticas públicas e de iniciativa privada para mudar essa realidade. 

Aqui na cidade de São Paulo temos os telecentros que devem ser instalados em áreas de exclusão social da cidade, notadamente na periferia, de acordo com o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do município (segundo dados do Mapa da Exclusão/Inclusão Social, elaborado em 2000 pela PUC/SP, Instituto Pólis e Inpe) segundo informações da Prefeitura. Tem cerca de 20 computadores em cada telecentro que devem funcionar com 75% deles dedicados à formação da população, ministrando cursos e oficinas de informática e os outros 25% reservados para o uso livre dos cidadãos.

O Plano de Inclusão Digital da Prefeitura de São Paulo tem um espaço aberto para a participação popular. São os Conselhos Gestores compostos por representantes da população local que colaboram de maneira direta e presente no processo de administração e gerenciamento das atividades de um Telecentro. Junte-se a juventude da sua região e faça o levantamento se há telecentro no bairro, quantos computadores estão disponíveis à população, se tem Conselho Gestor, quando se reúne, quais são as dificuldades e possíveis soluções. Testemunhe Jesus Cristo e colabore para que a cidade de São Paulo seja cada vez mais inclusiva.

*Membro da Pastoral Fé e Política da Arquidiocese de São Paulo.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Novas perspectivas para a Campanha de Lei de Iniciativa Popular de Reforma Política


Pedro Aguerre* 
No comentário de hoje voltamos ao tema da reforma política, tema este prioritário para a sociedade civil e para as organizações que atuam pela mudança das regras que ainda favorecem a corrupção eleitoral.
Alguns novos apoios de peso estão se engajando na luta pela reforma política, em especial, a OAB – Ordem dos Advogados do Brasil, que retomou seu protagonismo em grandes causas da República ao sediar o lançamento em todo o País de uma campanha para apresentar projeto de lei de iniciativa popular propondo uma reforma política à Nação, com foco na proibição do financiamento de campanhas eleitorais por empresas (pessoas jurídicas). Além de ser constituída uma comissão de relatores do projeto de iniciativa popular, foram debatidas metodologias de trabalho e formas para estimular a participação popular na discussão da reforma – inclusive com sugestões ao projeto – e para  a coleta de cerca de 1,5 milhão de assinaturas, necessárias à apresentação da reforma ao Congresso Nacional.
O evento, coordenado pelo juiz Marlon Reis, reuniu entidades de destaque da sociedade civil - como a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), o Instituto de Fiscalização e Controle (IFC) e a Avaaz, entre outras. O Juiz, autor do importante livro Direito Eleitoral Brasileiro, ressaltou que “as eleições estão mercantilizadas, as eleições estão caríssimas. Há uma preponderância do abuso de poder econômico e isso precisa mudar. Hoje nós demos o primeiro passo no sentido da união da sociedade brasileira para que essa mudança aconteça.”
Lembrando que além de defender as prerrogativas do advogado, cabe à OAB protagonizar grandes causas da República, pela melhoria dos costumes políticos, dos costumes sociais e pela melhoria da sociedade brasileira, o presidente nacional da OAB, Marcus Vinicius Furtado, afirmou que, “no exato momento em que a sociedade brasileira relembra a grande vitória que foi a Lei da Ficha Limpa, ela reedita esse movimento para que tenhamos no Brasil eleições limpas, o que significa dizer que não podemos conviver com o financiamento de campanhas por empresas”. Nas palavras dele: “temos que possibilitar a existência do financiamento democrático das campanhas eleitorais, para que as pessoas de bem do nosso país possam participar da atividade política sem a necessidade de se envolver com o financiamento por empresas privadas. Isso, sem dúvida alguma, será uma ação que irá combater as causas dos problemas políticos do nosso país, porque combater apenas as consequências tem se demonstrado não suficiente. Cezar Britto, membro honorário vitalício do Conselho Federal da OAB, afirmou que a reforma política é a mãe de todas as reformas e que a eleição tem que refletir, de fato, o que pensa o eleitor.
Esta reunião se soma às manifestações que marcaram o início do ano legislativo. Embora suscite mais diferenças do que consensos, o tema foi destacado como prioritário na Mensagem da Presidente da República ao Congresso na Abertura do Ano Legislativo, bem como nos compromissos de campanha de vários candidatos à Mesa Diretora e nos discursos dos novos líderes partidários, de partidos tão diversos como o Dem, PT e PSOL. São manifestações relevantes pois retomam o debate do assunto depois da fracassada tentativa de votar o tema no fim do ano passado, quando, sob a relatoria do Deputado Henrique Fontana, a proposta enfatizou o financiamento público de campanhas, o fim de coligações proporcionais, a coincidência de data das eleições e a mudança na data de posse dos cargos executivos.
Durante o lançamento da Campanha da Fraternidade, na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), na última quarta-feira (13/02), o ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, sinalizou para o apoio do governo federal à proposta da Ordem dos Advogados do Brasil de promover uma reforma política agindo diretamente sobre o financiamento das campanhas eleitorais. Ele disse que o governo não apenas “endossa a proposta, que é fundamental para todos nós”, como também manifestou votos para que a campanha da OAB seja vitoriosa. “Conte conosco”, disse, reafirmando que o governo Dilma Rousseff considera importante a proposta de Reforma.
Foi nesse mesmo encontro que o presidente da OAB, lembrou que “a reforma política tem a ver com o tema da Campanha da Fraternidade, que é a proteção e a participação da juventude”, para quem “a participação política da juventude é tema que deve ser alvo do presente, e não do amanhã; para tanto, é necessário democratizar o sistema político-eleitoral”.
Outra frente de atuação das entidades representativas da sociedade civil é no âmbito do Supremo Tribunal Federal onde já se fala abertamente na possibilidade de o ministro Luiz Fux submeter ao plenário nos próximos meses a Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) nº 4650, que trata do financiamento das campanhas eleitorais. Ele é o relator da ação, que foi movida pela OAB, tendo admitido formalmente dar preferência à matéria.
Artigo recente de Henrique Fontana, relator do projeto de Reforma Política, mostra dados contundentes da necessidade de coibir o poder econômico:
O volume de gastos nas campanhas tem sido decisivo na eleição de um candidato, apontam dados do TSE. Dos 513 eleitos para a Câmara, 369 foram os candidatos que mais gastaram nas campanhas de 2010. Os 513 eleitos gastaram, em média, doze vezes mais do que o restante dos candidatos (em alguns estados, trinta vezes mais). Os gastos declarados em campanhas eleitorais saltaram de R$ 800 milhões para R$ 4,8 bilhões em oito anos.
Atualmente, o financiamento das campanhas é misto, cabendo uma parte a doadores particulares e outra aos cofres públicos, por meio dos fundos partidários e do horário gratuito de televisão e rádio. Os que defendem o financiamento exclusivamente público acreditam que ela vai reduzir a corrupção política e equilibrar a disputa, hoje cada vez mais concentrada na capacidade de cada candidato ou partido de arrecadar recursos.
Outro fator que contribuirá para o fortalecimento da campanha pela Reforma Política é o Fórum pela Reforma Política, programado para os meses de março e julho, no Rio de Janeiro, organizado pelo Comitê Rio Ficha Limpa – que compõe a Plataforma dos Movimentos Sociais pela Reforma Política. O Fórum debaterá temas essenciais num processo de reforma do sistema político, como Financiamento de campanhas, Sistema de voto e Coligações.
Visite o site da Reforma Política e conheça mais sobre o assunto:
Visite o blog da pastoral fé e política http://pastoralfp.blogspot.com/ especialmente a seção Cidadania Ativa!!
*Professor da PUC-SP, colaborador da Pastoral Fé e Política e da Escola de Governo de São Paulo.
Programa exibido na Rádio 9 de Julho em 20/02/2013.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

2ª Caminhada dos Mártires da Diocese de Jundiaí será em Campo Limpo Paulista


Reinaldo Oliveira*

Promovida pela Pastoral Fé e Política, da Diocese de Jundiaí, a 2ª Caminhada dos Mártires, será realizada em Campo Limpo Paulista. Neste sentido, dando continuidade ao planejamento para as atividades de 2013, a Pastoral promoveu reunião ordinária na Cúria Diocesana, no dia 16 de fevereiro. Dentre as ações iniciais foi debatido sobre as Comissões de Acompanhamento das sessões das Câmaras Municipais das 11 cidades da área da Diocese. Nesta ação, Agentes da Pastoral participam das sessões ordinárias das câmaras municipais como observadores, fazem anotações sobre as votações, através de uma planilha que contém o nome de cada vereador, onde é anotado como foi a participação deles no processo de votação, apresentação de projetos de lei, requerimentos, etc. Outra ação debatida foi sobre a edição 2013 da Caminhada dos Mártires, que é uma manifestação mística e profética da Igreja, lembrando os mortos martirizados em defesa de seus direitos. Atualmente a Caminhada é uma forma também da comunidade manifestar o seu descontentamento diante das injustiças sociais e corrupção. Vale lembrar que em abril de 2012 quando da realização da 1ª Caminhada dos Mártires, realizada no Distrito do Jacaré, em Cabreuva, dentre as ações apontadas pela comunidade como a construção de um cemitério próximo do ribeirão, cuja água abastece as cidades de Itu, Salto e Indaiatuba, a falta de vagas em creche municipal, a instalação de uma mineradora que poderia prejudicar a cidade e outras dificuldades apontadas, após a manifestação através da Caminhada, algumas foram solucionadas e outras estão em andamento. A 2ª Caminhada será realizada no dia 17 de março, no Distrito de Botujuru – em Campo limpo Paulista, onde a comunidade se manifestará sobre problemas de moradia, a continuidade da obra de um túnel para travessia da linha do trem, o abandono de obras que estão sendo realizadas, ruas esburacadas, construção de praça pública e outras. Neste dia o Bispo Dom Vicente Costa estará presente na Caminhada, junto com demais padres da Diocese. Fiéis das 11 cidades da área da Diocese estão convidados a participar deste momento de clamor por justiça social.  

*Membro da Pastoral Fé e Política e do CNLB Diocese de Jundiaí.

Jundiaí realiza Audiência Pública sobre horário das sessões da Câmara Municipal


Reinaldo Oliveira*
                                                                                                                     
Dia 20 de fevereiro, a partir das 19h, realiza-se em Jundiaí uma Audiência Pública, para deliberação sobre o horário das sessões da Câmara Municipal. A proposta que será colocada em pauta é de que as sessões camarárias, que atualmente ocorre, às terças-feiras na parte da manhã, sejam transferidas para o período noturno. Esta proposta faz parte de outras 11, que foram denominadas de Metas Legislativas e teve a participação popular lideradas pelo Movimento Voto Consciente Jundiaí, Pastoral Fé e Política, Associação dos Aposentados e Pensionistas de Jundiaí e Região, Ordem dos Advogados do Brasil, e mais de 20 outras entidades da sociedade civil. Neste sentido, no dia 15 de fevereiro o presidente da Câmara Municipal de Jundiaí, vereador Gerson Sartori (PT), recebeu integrantes do Movimento Voto Consciente Jundiaí, Pastoral Fé e Política e da Associação dos Aposentados e Pensionistas de Jundiaí e Região para tratar das Metas Legislativas. Como houve mudança de legislatura, o encontro teve como objetivo a retomada de diálogo que visa aproximar a Câmara da população. Importante lembrar que dentre as Metas sugeridas através consulta popular nos diversos segmentos da sociedade estão a criação de Tribuna Livre, estimulação de debates públicos, maior transparência dos gastos e outras. Ainda na pauta do encontro, as entidades apresentaram uma proposta da criação de um Grupo de Trabalho composto por vereadores e integrantes das organizações sociais com o objetivo de avançar na execução das Metas Legislativas, já em pauta, bem como um canal de diálogo com o Legislativo, que possibilite apresentação de idéias populares e colaborativas para uma cidade melhor.   

*Membro da Pastoral Fé e Política e do CNLB - Diocese de Jundiaí    

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Reunião da Frente das Entidades em Defesa do Plano Diretor Estratégico da Cidade de São Paulo


Dia 21 de fevereiro de 2013, quinta-feira, 18h30
Local: INSTITUTO  PÓLIS
Rua Araújo, 124 – Centro – República(Próximo da estação República do Metrô)


Caros amigos e amigas, todos já sabem que a Frente das Entidades teve sucesso na Ação Civil Pública promovida por cinco entidades: Movimento Defenda São Paulo, Instituto Pólis, Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos, União dos Movimentos de Moradia da Grande São Paulo e Federação das Associações Comunitárias do Estado de São Paulo, cuja sentença invalidou a revisão do Plano Diretor Estratégico realizada pela Prefeitura em 2007.

Contudo, já se passaram mais dez anos de vigência do atual Plano Diretor, que foi elaborado em 2002, e por força constitucional e do Estatuto da Cidade, o atual PDE deve ser revisado neste ano de 2013, para a elaboração de um novo plano até 2023, considerando toda a análise crítica e participativa necessária para esse novo processo.

Ocorre que a Prefeitura realizou um acordo com os Vereadores, delegando a realização das discussões e elaboração do Plano Diretor Estratégico 2013-2023 somente no âmbito da Câmara Municipal, o que é inaceitável.

Esse assunto precisa ser discutido urgentemente pela Frente das Entidades em Defesa do Plano Diretor para troca de informações, discussão, deliberação de estratégias e posicionamento perante todas as entidades, população, imprensa e órgãos públicos.

Agende sua importante participação imediatamente.Favor divulgar!

Pólis – Instituto de Estudos, Formação e Assessoria em Políticas Sociais
Movimento Defenda São Paulo
Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos
Federação das Associações Comunitárias do Estado de São Paulo
União dos Movimentos de Moradia da Grande São Paulo e Interior

Participe do grupo de discussão - inscreva-se mandando uma mensagem para o e-mail abaixo:



 Abaixo a relação das 211 entidades que integram
a Frente em Defesa do Plano Diretor da Cidade de São Paulo

1. Movimento Defenda São Paulo – MDSP
2. Instituto Pólis
3. Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos
4. União dos Movimentos de Moradia da Grande São Paulo e Interior
5. Casa da Cidade
6. Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental – PROAM
7. Sindicato dos Arquitetos no Estado de São Paulo - SASP
8. Instituto de Políticas Públicas das Cidades – IPPC
9. Instituto Socioambiental – ISA
10. Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo - SEESP
11. Laboratório de Habitação e Assentamentos Humanos – FAU-USP
12. Associação Brasileira de Arquitetos Paisagistas – ABAP
13. Associação dos Geógrafos Brasileiros - Seção São Paulo - AGB/SP
14. Vitae Civilis Instituto para o Desenvolvimento, Meio Ambiente e Paz
15. Conselho Regional de Serviço Social  do Estado de São Paulo- CRESS-SP
16. Sociedade Amigos do Alto de Pinheiros - SAAP
17. Associação dos Moradores do Jardim da Saúde - AMJS
18. Associação Amigos do Jardim das Bandeiras
19. Movimento em Defesa do Campo Belo
20. Federação das Associações Comunitárias do Estado de São Paulo - FACESP
21. Sociedade de Amigos do Jardim Europa e Paulistano – SAJEP
22. Conselho Comunitário de Segurança - Conseg Morumbi
23. Campanha Billing’s, Eu Te Quero Viva!
24. Rede Butantã de Entidades e Forças Sociais
25. SOS Manancial
26. Comitê Gestor da Praça Roosevelt
27. Associação dos Proprietários do Residencial Parque dos Príncipes
28. Sociedade dos Amigos do Planalto Paulista
29. Associação dos Amigos e Moradores Pela Preservação do Alto da Lapa e Bela Aliança
30. Sociedade dos Moradores e Amigos do Jardim Lusitânia - SOJAL
31. Associação de Segurança e Cidadania – ASSEC
32. Associação dos Moradores e Amigos do Pacaembu, Perdizes e Higienópolis - AMAPPH
33. Associação dos Moradores da Vila Mariana – AMA-VM
34. Associação dos Moradores e Amigos do Sumaré - SOMASU
35. Sociedade Amigos dos Jardins Petrópolis e dos Estados - SAJAPE
36. Associação Amigos do Brooklin Novo - SABRON
37. Sociedade Amigos da Vila Alexandria - SAMAVA
38. Viva Pacaembu por São Paulo - VIVAPAC
39. Associação dos Moradores Amigos do Parque da Previdência - AMAPAR
40. Associação dos Moradores da Vila Noca e Jardim Ceci
41. Sociedade Amigos do Brooklin Velho – SABROVE
42. Sociedade dos Moradores do Morumbi
43. Sociedade Defenda Mirandópolis - SAM
44. Associação de Preservação do Cambuci e Vila Deodoro
45. Movimento de Oposição à Verticalização Caótica e pela Preservação do Patrimônio da Lapa e Região - MOVER
46. Associação dos Moradores da Vila Nova Conceição – AMVNC
47. Associação de Moradores da Vila Cordeiro – VIVACOR
48. Associação Amigos da Vila Primavera - AVIP
49. União dos Moradores da Zona Sul "Olavo Setúbal"
50. Sociedade Mundial de Estudos Espíritas (Kardecista)
51. Central de Movimentos Populares – São Paulo
52. Instituto São Paulo de Cidadania e Política
53. Conselho de Leigos da Região Episcopal Ipiranga
54. Conselho de Leigos da Arquidiocese de São Paulo
55. Grupo Metropolitano Paulista do Programa Agenda 21
56. Sociedade dos Amigos e Moradores do Bairro Cerqueira César – SAMORCC
57. Associação Cultural e Educativa Ética e Arte
58. GT (Grupo de Trabalho) de Educação do Fórum para o Desenvolvimento da Zona Leste
59. Associação Amigos de Vila Pompéia
60. Conselho das Associações Amigos de Bairros da Lapa e Adjacencias - CONSABS
61. Associação Amigos da Praça João A. Castellano
62. Sociedade Amigos da Cidade Jardim
63. Sociedade Moradores do Butantã / Cidade Universitária
64. Movimento de Moradia COHAB Raposo Tavares
65. Associação dos Moradores do Jardim Christie
66. Fórum das Agendas 21 Centro - São Paulo
67. Sociedade dos Amigos de Bairro do Jardim Marajoara – SAJAMA
68. Associação dos Moradores do Jardim Novo Mundo (AMJA)
69. Conselho Comunitário de Segurança - Conseg Perdizes/Pacaembu
70. Associação dos Moradores Bolsão Residencial Jd.Campo Grande (City Campo Grande) – AMBRECITY
71. Associação dos Verdadeiros Amigos e Moradores do Jardim Aeroporto – AVAMOJA
72. Policidadania – Política e Cidadania
73. Atitude Urbana – Assessoria ao Desenvolvimento de Políticas Públicas Integradas
74. Movimento pela Melhoria da Qualidade de Vida nas Cidades - REVIVACIDADES
75. Associação dos Moradores da Vila Arapuá e Parque Fongaro – AMVAPF
76. Pastoral da Moradia — Área da Pastoral do Jardim Elba
77. Fórum Permanente de Mulheres do Jardim Angela e Jardim São Luiz
78. Centro Maria-Mariá de Formação da Mulher
79. Ágora em Defesa do Eleitor e da Democracia
80. Associação dos Moradores e Amigos de Moema – AMAM
81. Centro de Direitos Humanos de Sapopemba - CDHS "Pablo Gonzales Olalla"
82. CIRANDA — Comunidade e Cidadania
83. Associação dos Moradores do Jaguaré — SAJA
84. Associação dos Moradores Pantanal – Capela do Socorro
85. Central de Movimentos Populares - Brasil
86. Movimento de Moradia do Centro de São Paulo
87. Associação de Moradores do Jardim Edith
88. Associação de Moradores de Jurubatuba
89. Movimento Popular de Vila Leopoldina
90. SOS Manancial do Rio Cotia
91. Conselho Comunitário de Segurança - Conseg Monções
92. Associação Amigos da Chácara Monte Alegre – SACMA
93. Bicuda Ecológica
94. Federação das Associações de Mutuários e Associações de Moradores do Estado de São Paulo – FAMMESP
95. COATI-Centro de Orientação ambiental Terra Integrada
96. Instituto de Pesquisas em Ecologia Humana - IPEH
97. Grupo de Proteção dos Mananciais do Eldorado - GPME
98. Associação dos Moradores Amigos da Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo - AMAR
99. Associação Morumbi Melhor - AMM
100. Movimento Voto Consciente
101. Associação dos Trabalhadores do IPT – ASSIPT
102. Sindicato dos Trabalhadores em Pesquisa, Ciência e Tecnologia de São Paulo – SinTPq
103. Espaço do Animal - EA
104. Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral do Estado de São Paulo - MCCE/SP
105. Centro de Trabalhos para o Ambiente Habitado - USINA
106. Associação Cultural da Comunidade do Morro do Querosene
107. Movimento Eco-Cultural São Francisco
108. Comissão Solidária dos Servidores Públicos e da Sociedade - Pró-Servir
109. Instituto iBiosfera - Conservação & Desenvolvimento Sustentável
110. Coletivo Jovem de Meio Ambiente da Capital
111. Movimento Nacional da População de Rua - MNPR/SP
112. Rede Popular de Estudantes de Direito - REPED
113. Centro de Acolhida Frei Galvão - SEFRAS
114. Fórum Paulista de Participação Popular
115. Associação Educação Cidadã
116. Movimento de Resistência - CONOPSP2005
117. Fórum Centro Vivo
118. Movimento São Paulo Restaurada
119. Associação Global de Desenvolvimento Sustentado
120. In-Pacto - Instituto de Proteção Ambiental Cotia/Tietê
121. Instituto Associativo Memorial Jânio Quadros - OSCIP
122. Associação Ecológica Amigos da Onça
123. Instituto Aruandista de Pesquisas e Desemvolvimento
124. Sociedade dos Amigos do Bairro Alto da Boa Vista - SABABV
125. Associação Protetora da Diversidade das Espécies - PROESP
126. Sociedade do Sol
127. Instituto de Tecnologia Social - ITS
128. Conselho Comunitário da Região Administrativa de Santana-Tucuruvi
129. Associação Iniciativa Local
130. Ação da Cidadania Contra a Fome, a Miséria e pela Vida
131. Sociedade Amigos do Jardim Londrina - SAJAL
132. Associação Grupo de Amigos do Jardim Marajoara - GAMA
133. Associação Enfance - Comunidade e Ecologia
134. Rede Paulista de Educação Ambiental - REPEA
135. Rede da Juventude pelo Meio Ambiente e Sustentabilidade - REJUMA
136. Associação Movimento Sócio-Ambiental Caminho das Águas
137. Comunidade Cidadã
138. Grupo de Estudos e Práticas Agroecológicas e o Reencantamento Humano - EPARREH
139. Articulação Paulista de Agroecologia - APA
140. Articulação Oeste de Agricultura Urbana - AOAU
141. Movimento de Defesa dos Favelados - Região Episcopal de Belém - (Vila prudente, Sapopemba e São Mateus)
142. Sociedade Amigos da Praça Parente Ramos - SAPEPAR
143. Associação dos Moradores da Vila Anhanguera - AMVA
144. Movimento de Moradia Vitória do Belém
145. Movimento Perdizes Vivo - MOPEVI
146. Fórum Permanente de Educação Inclusiva
147. Movimento em Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência - MODEF
148. Associação de Usuários e Amigos do Parque Ibirapuera - ASSUAPI
149. Vila Olímpia Solidária - VOS
150. Movimento dos Trabalhadores sem Terra Leste 1
151. Associação Holística de Participação Comunitária Ecológica - AHPCE
152. Movimento de Resistência dos Conselheiros do OP da Cidade de São Paulo - CONOP
153. Instituto Ecoar para a Cidadania - ECOAR
154. Projeto Anchieta, Ação e Reintegração Social - Grajau
155. Departamento Jurídico "XI de Agosto" da Faculdade de Direito da USP
156. Programa Permanente Ecobairro
157. Associação dos Educadores da USP - AEUSP
158. Associação dos Moradores do Entorno do Aeroporto de Congonhas - AMEA
159. Associação Unificadora de Loteamentos, Favelas e Assentamentos de São Paulo
160. Coletivo Ecologia Urbana
161. Conselho Regional de Psicologia - CRP-06
162. Pastoral Fé e Política da Arquidiocese de São Paulo
163. Instituto Brasileiro da Ecologia e Meio Ambiente - IBEMA
164. Associação Cidade de Direitos de Cidade Tiradentes
165. Sociedade Amigos do Residencial Parque Continental-SARPAC
166. Associação Via Cultural
167. Consabs de São Miguel Paulista, Itaim Paulista, Ermelino Matarazzo e Penha
168. Movimento Comunitário para Preservação do Residencial Parque Continental  – VIVA PARQUE
169. Associação dos Moradores e Amigos da Vila Paulista - SOVIPA
170. Associação de Moradores e Amigos da Chácara Santo Antônio - AMA-CHÁCARA
171. Associação União da Juta
172. Associação Margarida Maria Alves
173. Instituto Daniel Comboni
174. Associação São Francisco Setor B
175. Associação Beira Rio - Fazenda da Juta
176. Associação Comunitária Florestan Fernandes
177. Movimento Habitacional e Ação Social – MOHAS
178. Movimento pelo Direito à Moradia – MDM
179. Associação dos Moradores das Favelas do Jardim Planalto e Região - Estrela do Bairro
180. Centro Santos Dias de Direitos Humanos da Arquidiocese de São Paulo
181. Movimento Nacional de Direitos Humanos
182. Federação das Mulheres Paulistas
183. Frente de Luta por Moradia - FLM
184. Associação de Moradores da Rua Professor José Horácio Meireles Teixeira e Circunvizinhanças - AMIR
185. Associação Beneficente da Comunidade Amigos do Boqueirão
186. Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Ecológico
187. Organização Nacional de Proteção ao Meio Ambiente – ONAPROMA
188. Fórum dos Mutirões de São Paulo
189. Conselho de Segurança da Lapa - CONSEG Lapa
190. Serviço de Assessoria Jurídica Universitária (SAJU-USP)
191. Movimento Butantã Pode!
192. Associação Espaço Comunitário Comenius
193. Aldeia da Paz - Sociedade de Amigos de Bairro do Parque Ipê
194. Instituto Brasileiro de Direito Urbanístico
195. Movimento e Moradia Terra de Nossa Gente – MMTNG
196. Movimento Sem-Terra pela Reforma Urbana - MSTRU
197. Escritório Modelo Dom Paulo Evaristo Arns – PUC/SP
198. Integra Sociedade Cooperativa
199. Associação de Integração Campo-Cidade – MICC
200. ESCOLA DE GOVERNO
201. Instituto de Defesa dos Direitos dos Contribuintes - IDDC
202. Cooperativa de Trab. da Col. Tria. e Comer. de Mat. Rec. e Prestadores de Serviços – COOPERCOSE
203. Movimento em Defesa da Vida do Grande ABC – MDV
204. Terræ Organização da Sociedade Civil
205. Instituto CEPODH - Centro Popular de Direitos Humanos
206. Instituto dos Arquitetos do Brasil - Departamento São Paulo - IAB/SP
207. Instituto e Cooperativa Cio da Terra
208. Associação de Moradores e Amigos do Sumaezinho, Vila Madalena e Região - AMadá
209. Organização Cultural de Defesa da Cidadania — ONG-OCDC
210. Associação Brasileira de Geologia de Engenharia e Ambiental - ABGE
211. Nal - Núcleo de Ação Local da Vila Romana

Dia internacional da mulher


sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Escola de Fé e Política Waldemar Rossi - Corpo Docente

Inicia-se nesta segunda feira, 18/02/2013, às 19:30h a ESCOLA DE FÉ E POLÍTICA WALDEMAR ROSSI no Centro Pastoral São José do Belém - Rua Álvaro Ramos, 366 - próximo ao Metrô Belém. 

Venha participar da celebração e aula de abertura!

Objetivo de refletir e aprofundar questões sócio-política-econômicas a partir da Fé Cristã para sermos “Sal e Luz no mundo” por meio de ações cidadãs.

Inscreva-se através do site www.pastoralfp.com

Com alegria divulgamos o Corpo Docente do curso e agradecemos a cada um destes cidadãos e cidadãs que se comprometem com a educação, a cidade e a vida.

Alex Vilas Boas
Doutorando em Teologia Sistemática pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) onde pesquisa sobre a relação Teologia Fundamental, Antropologia Teológica e Literatura. Mestre em Teologia Sistemática pela Pontifícia Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção (PUC-SP) em 2008.
Edson Gonçalves P. O. Silva 
Sociólogo formado pela USP (2000), mestre em Serviço Social pela PUC (2010) e especialista em Direitos Humanos pela Secretaria Especial de Direitos Humanos - SEDH Governo Federal. Coordenador da Comissão Nacional de Fé e Política do CNLB, secretário geral do CNLB Sul 1 e presidente do Conselho de Leigos da Arquidiocese de São Paulo - CLASP.
Humberto Dantas
Cientista social, mestre e doutor em ciência política pela USP. Professor universitário desde 1999, atualmente leciona Sociologia e Política no Insper e coordena cursos de pós-graduação na FIPE-USP e na Escola de Sociologia e Política. Desde 2003 coordena e leciona em cursos livres de política, com participação em mais de 230 turmas. Comentarista político da Rede Vida de TV e da Rádio Estadão, foi apresentador de programa na Rádio Canção Nova e colunista de O São Paulo e da Revista Missões.

José Augusto da Luz Ribeiro
Formado em Economia – Faculdades Oswaldo Cruz – 2006- 2009. Membro do GT Orçamento – Rede Nossa São Paulo. Responsável pela elaboração de material para reuniões do Fórum de Orçamento e Cidadania - Conselho Regional de Economia – CORECON-SP – 2011/jan2012. Palestrante em cursos e seminários diversos a movimentos sociais sobre elaboração e acompanhamento do orçamento público – Escola da Cidadania - Instituto Polis -2008 a 2011. Assessor orçamentário - financeiro da Secretaria de Finanças do município de Mauá – SP – 1995 - 2001
José Thomaz Filho
Poeta, escritor, compositor, colaborador da Pastoral Fé e Política. Atuou por mais de dez anos no Colégio Santa Catarina (Petrópolis - RJ), lecionando aulas de ética. Trabalha com grupos de reflexão bíblica e formação cristã. Agraciado com o Prêmio Poesia e Liberdade pelo Centro Alceu Amoroso Lima (2010). 
Luiza Erundina
Deputada federal, coordenadora da Frente Parlamentar pela Reforma Política com Participação Popular, coordena a Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão e o Direito à Comunicação com Participação Popular (Frentecom), primeira mulher a assumir o cargo de prefeita na capital paulista.

Luiz Antonio de Souza Amaral
Luiz Antonio de Souza Amaral: Biólogo e Pedagogo, é  Assessor do Setor Educação, do Regional Sul 1 da CNBB, Secretário Executivo do Centro Santo Dias de Direitos Humanos, da Arquidiocese de São Paulo e membro fundador do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, MCCE Estadual SP.  Foi coordenador da Campanha da Fraternidade do Regional Sul 1, entre 1982 e 2009 e assessor nacional da Pastoral da Educação entre 2000 e 2010.
Mauricio Broinizi Pereira 
Coordenador da Secretaria Executiva da Rede Nossa São Paulo, Secretário Executivo da Rede Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis e doutor em História Econômica pela USP.
Pedro Aguerre
Doutor em Ciências Sociais/Política pela PUC-SP ( 2003). Professor na Faculdade de Economia e Administração da PUC-SP. Membro associado da Escola de Governo. Atua nas áreas de formação política, cidadania, direitos humanos, com ênfase em políticas públicas de segurança pública e cidadania  Como colaborador da Pastoral Fé e Política, coordenou Curso de Fé e Política em parceria com o Centro Universitário Claretiano, em 2008. Atualmente colabora com o programa Igreja em Notícia da Rádio 9 de julho e escreve regularmente no Blog da Pastoral, na seção cidadania ativa.
Rosilene Wansetto
Socióloga formada pela PUC SP e mestre em Ciência Política pela PUC SP. Coordenadora da Rede Jubileu Brasil e membro da Coordenação Nacional da 5a. Semana Social Brasileira. Membro da Comissão de Formação e Teologia do CLASP.
Veronica Goyzueta
Formada em Letras pela PUC de Lima; em Jornalismo pela UnB, e mestre em Educação, Arte e História da Cultura pelo Mackenzie. Atualmente trabalha como correspondente para o jornal espanhol ABC e como comentarista do programa “Legião Estrangeira”, da TV Cultura.  Trabalhou para as agências de notícias mergermarket, do grupo Financial Times (FT) e Dow Jones (EUA). Foi editora da revista América Economia no Brasil. É organizadora dos livros "Guerra e Imprensa. Um olhar crítico da cobertura da Guerra do Iraque", (São Paulo, Summus, 2003), e "O Brasil dos Correspondentes", (São Paulo, Mérito, 2008).
Waldemar Rossi
Operário aposentado com papel de destaque na Oposição Sindical Metalúrgica dos anos 70 e 80. Preso político durante a ditadura militar. Fundador da Pastoral Operária, foi escolhido para ser membro da Comissão de Justiça e Paz de São Paulo por Dom Paulo Evaristo Arns. Em 1980, na primeira visita do Papa João Paulo II a esta cidade, discursou representando os leigos e leigas católicos. Ativo na luta pelos direitos do trabalhador do campo e da cidade.